quarta-feira, 30 de abril de 2014

barre terre de ontem

Ontem, chegámos à sala e a nossa N. começou por dizer que íamos ter uma aula diferente. Alarme, alarme, oh caraças, começámos logo nós a pensar (creio que pelos olhares que lançámos umas às outras foi isto mesmo que aconteceu). 


 


O que fizemos foi de uma intensidade brutal: cardio e localizada em séries de 8 ou 10.


Em alguns exercícios, na segunda série já estávamos completamente rotas, sem folêgo, mortas e esticadas no chão!


Foram 25 minutos, no fim dos quais ficámos a saber que tínhamos estado a fazer uma coisa, que no seu sotaque russo, soou a "sanita", mas se revelou ser uma amostra do que é o programa "Insanity"! 


É um programa que tem a duração de 60 dias e promete fazer isto (crédito img:http://reeducandosuavida.blogspot.pt/2013/03/insanity-workout-o-que-e-isso.html)


 


 


 


É de tal modo intenso que não duvido. Não é é para todos, apenas para aqueles que forem mentalmente insanos. O próprio nome do programa diz tudo. No vídeo vê-se o que fizemos ontem.


Hoje, estou com os braços doridos e sem energia. Não sei como seria se tivesse de repetir tudo logo à tarde.


 



 

sábado, 26 de abril de 2014

cá em casa...

as gajas altas e magras, de cintura bem definida, mamas grandes e perfeitas, curvas bem definidas, lábios carnudos, pintados de vermelho, foram trocadas pelas baixas, redondas, sem mamas, mas versáteis, sem maquilhagem e sem conotação sexual.


 


As barbies foram encostadas a um canto e trocadas pelas pinipons.


 

guiomarês

É tão bom ouvi-la dizer "cristório"* e "besgoto"** que acho tão cedo não a corrijo! 


 


* escritório


** esgoto

quinta-feira, 24 de abril de 2014

ontem foi o dia mundial do livro

e aproveito o ensejo para informar algum do público leitor deste blog (deve ser mesmo um, assim, no singular) que nos meus anos que se avizinham, o Slam, do Nick Hornby, podia vir cá para casa....


Assim como quem não quer a coisa....


 


relambório mil e tal

É na ressaca do início das aulas, após uns bons dias de férias, que me custa mais aceitar esta vida, que vivida assim, é estúpida até ao limite.


 


Acordar sempre à mesma hora, para ter as miúdas prontas à mesma hora, para entrarem na escola à hora de sempre, a ida para a minha escola após esgotar as tarefas diárias de uma dona de casa, o regresso a correr para ir buscar filhas, ajudar a mais velha nos trabalhos de casa, fazer por dar atenção à mais nova, "mãe, anda brincar comigo com as pinipons...", enquanto faço jantares e dou banhos e arrumo roupa que entretanto secou, para ter as miúdas na cama à hora de sempre, para se levantarem à hora de sempre.


 


Mal ter tempo de falar alguma coisa com o marido, porque à mesa as nossas refeições são aulas de etiqueta e boas maneiras... 


 


E ser sempre isto, todos os dias da semana, que corre no tempo, que nem dou conta do tempo passar.


O único aspeto positivo é levar-me a apreciar as férias como algo verdadeiramente delicioso. 


 

segunda-feira, 21 de abril de 2014

apontamentos II

 - Que foi, que queres Gr.? - pergunta a tia D.


 - Nadissíma! - responde a Gr.

apontamentos

Páscoa em Belmonte, com cabrito, leitão, ovos de chocolate escondidos no jardim/horta, no galinheiro junto dos ovos das galinhas, com sobrinha e tios e pais.


Páscoa com calma, sem pressas para correr atrás de compassos que correm mais que a gente.


 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

para memória futura

Olhem, mãe e pai, é noite de lua cheia. A lua está cheia. - diz a Mr.


Está? está cheia, a lua, Mr.? Está? e está cheia de quê, Mr.? - pergunta a Gr.


 


 


 


 


 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

a estreia

No sábado, oito da noite, lá estávamos nós, nos bastidores, naquele stress tremendo que dá a volta à barriga (por isso o desejar-se "merda" a quem vai entrar em palco), a aguardar a hora marcada para início da peça. 


Nove e meia, hora definida, e não há sinal... a sala continuava a meter gente e assim continuou até perto das dez.


Foi um sucesso do catano. A peça é cómica, mas os ensaios não estavam a correr bem, fazíamos alguma ideia daquilo que podia levar o público à gargalhada, mas estávamos com medo. Afinal, foi gargalhada o tempo todo. Para se ter uma ideia, a peça tem 55 minutos. Porque tivemos de esperar muitas vezes que o público parasse de rir, durou uma hora e dez. 


Adrenalina pura!


Mal posso esperar pelas próximas representações.


 

sábado, 12 de abril de 2014

muita merda

Ensaio geral feito. Tendo em conta a forma como correu, o espetáculo vai ser uma maravilha. É que reza a lenda que quando o ensaio geral corre mal, a estreia corre bem.


Seja o que for! 


Merda!

quarta-feira, 9 de abril de 2014

educação dos meus umbigos

Entra às nove, sai às quatro, fica até às tantas da tarde, tardinha que se converte em noite num instantinho no horário de inverno, a fazer os trabalhos. A mãe chateia-a para trabalhar mais e mais, a avó chateia a mãe para a mãe chatear a filha para trabalhar mais e mais. 


Ela vai fazendo as coisas ao seu ritmo, lento muitas vezes, muito rápido quando algo mais importante a chama e tem de ser despachar.


Entretanto, as perguntas engraçadas que fazia diminuiram, aumentaram os trejeitos de princesa dos canais de tv por cabo que nós não temos, não a sinto com vontade de ler, desenhar, fazer contas.


Será que é isto que a escola deve fazer aos nossos filhos?


 

terça-feira, 8 de abril de 2014

cheguei

Cheguei, a gata não me larga, estive agarrada à tradução e ao texto da peça! Mafarrica, que tem partes que ainda não me entraram na cabeça, arre!


A viagem teve partes stressantes. Fazer um percurso de carro, com duas marafadas, que ora têm sede, ora querem fazer xixi, ora querem bolhachas, ora querem à força toda, entre berros, que apanhe o ganchinho que caiuuuuuu, dá cabo da minha paciência (que é pouca, eu sei).


 


Estou sozinha em casa, elas estão na avó sinha e sei que o M. lá na batalha foi comer uns tremoços e beber umas minis (a vida custa)...


Na verdade, sinto-me um pouco desgarrada... 

segunda-feira, 7 de abril de 2014

here we go again

De partida para o nuorte. Não me perguntem se sei os papeis da peça que estreia no sábado que vem.


Vou só com as miúdas, o pai vai lá ter depois das reuniões do final do período.


Hoje andei pelas lojas dos chineses aqui das redondezas, à procura de acessórios para a minha puta, mas não encontrei nada de jeito e ainda tive de gramar com o efeito secundário que essas lojas me provocam. Não queiram saber...


 


Continuo sem muita vontade de deixar registos escritos, principalmente porque não há nada digno de registo ou não me sinto inspirada para ver  nas coisas banais cenas interessantes para contar.


 


Só para memória futura, a Gr. anda novamente numa fase difícil, muita birra e dificuldade em lidar com a frustração Até estou com medo de ir sozinha com elas para cima.


Andou uns dias que não queria dormir, por ter medo do escuro e dos sonhos "maus". Fizemos uma caça aos gajos, mandámo-los pela sanita abaixo, pelas janelas e pelas portas, ao murro e pontapé e parece ter surtido efeito. 


A Mr. continua a tirar notas boas nas fichas intermédias, mas é preguiçosita (és, Mr, és).


 


 


 

sábado, 5 de abril de 2014

intitulável

Façamos uma revolução. Uma revolução que impeça os patrões de despedir em nome do lucro (como se fôssemos descartáveis e montes de merda) e no dia seguinte mandem celebrar uma missa,  uma missa conduzida por um bispo que a todos abençoa e que a todos chama "amigos e amigas".


 

terça-feira, 1 de abril de 2014

relambório

Estou tão paradita... podia por as culpas na chuva, que não seria mentira total, mas....


Estou como que suspensa.


Farta de chuva até à medula, a estranhar e a entranhar os dias mais longos e, ao mesmo tempo, escuros, a bater-me na cabeça por ainda não saber o papel da peça que estreia no dia 12 deste mês (estou tão fodida, senhores!) e por não me apetecer fazer nada exceto ver episódios da série "how I met your mother", comer aperitivos e beber cerveja, porque é o que os gajos passam o tempo a fazer. 


Oh sol, dá cá uma esticada, caramba!

fazer a revolução (outra vez)

 Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...