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sábado, 28 de fevereiro de 2026

não cumpre as regras do blogger....

 No início desta semana que está a acabar, "acordei" com um mail do blogger. Dizia que o blog oblogocaixote  tinha sido sinalizado por não obedecer às regras da comunidade, no que diz respeito ao Spam (wtf!!) e por isso estava desativado. Meia a dormir ainda, e em plena TPM, tive um pequeno ataque de choro. Com os olhos vesgos de sono e de lágrimas só conseguia ler que teria de fazer um pedido de revisão da decisão e esperar.

Maldisse os gajos do sapo, a culpa era toda deles, onde é que já se viu encerrar assim, do pé para a mão, uma plataforma com tantos e tantos blogs, mandar a malta embora assim... onde já se viu.

À tarde, com mais capacidade cognitiva, reli o mail e fiz o tal pedido de revisão, que afinal era só clicar num link (que pvt@ de estupidez). Umas horas depois, novo mail que me comunicava que o meu pedido de revisão tinha sido visto e que o blog estava ok, tendo sido reativado. Houvesse um link para os mandar para a um sítio muito lindo, era lá que eu clicaria. 

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Receitas desta vida

Gosto tanto das receitas do casal mistério. 


Aquela coisa do "só vai precisar..." e a gente prepara-se para ler três ou quatro ingredientes, mas afinal saem-se com "fruta pão, figo da índia, tâmaras medjol ou lá o que é, aveia liofilizada, manga de Moçambique, tomilho limão, abacate dos Açores, folhinhas de hortelã rosa e sei lá mais o quê", coroado por um magnífico " se quiser saber as quantidades vá ao sítio e depois o link para a página onde está a receita original, geralmente inglesa ou americana, com as quantidades em pounds ou outra medida qualquer, que aquela malta é alérgica aos kilos e aos gramas .

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

comer sem vesícula

(o prémio para título do ano)


Estou, para já, condenada a uma alimentação baseada em cozidos e grelhados sem gordura.


Na semana passada, comi muito peito de frango cozido (iac) ou grelhado.


Esta semana, andei mais pelo peixe. É preciso ter muita imaginação quando se está preso a um determinado tipo de dieta.


Hoje, ao jantar, enquanto o resto da malta se empanturrava de pizza, até comi bem.


Cozi no vapor uma posta de salmão e umas batatas aos gomos. Até aqui nada de novo. Fiz um molho com iogurte natural magro, alho picadinho e coentros. Barrei a posta de peixe com ele e salpiquei as batatas. Muito bom. Lembrei-me de ti, Mula. É uma cena que se faz em 10 minutos, sabe bem e não engorda. 

terça-feira, 12 de setembro de 2017

"Há alguém mais gulosa do que eu"

Nas vésperas de descermos ao Algarve fui com o M. a Coimbra. Ele foi fotografar uma blogger / doceira para a revista dos produtos Amanhecer.


Gosto de ir com ele, por vários motivos, entre eles conhecer pessoas novas envolvidas em trabalhos interessantes e desta vez não foi exeção. Se calhar, já muita gente ouviu falar na Mafalda Agante, do blog "Há alguém mais gulosa do que eu", mas eu não fazia ideia de quem era.


Chegámos a Coimbra um pouco antes da hora marcada e o M. foi partilhando comigo as ideias que tinha para as fotografias.


A Mafalda chegou uns minutos atrasada, com sacos e caixas, desculpou-se muito, visivelmente aborrecida consigo por nos ter feito esperar, ainda que tenha sido por pouco tempo, e começou a "montar" a sua loja com os bolos que tinha trazido para serem forografados juntamente com a própria. 


A lojinha onde vende os seus doces e outros tradicionais, vindos de vários pontos do país, é pequenina, mas de muito bom gosto, assim como a louça onde os apresenta.


A Mafalda, à nossa frente, foi dispondo os doces que trazia, enquanto o M. ia fotografando tudo o que podia, exeto a doceira. Todas as ideias que o gajo tinha para a fotografar eram postas de lado, a Mafalda não queria ser fotografada. Eu comecei a passar-me um bocado, estava cheia de fome, ver passar diante de mim toda uma série de doces e não os poder comer mais a atitude da rapariga já me estavam a deixar mal disposta. Saí de cena e fui dar uma volta. Lanchei umas cenas saudáveis e regressei à loja. 


O M., falando disto e daquilo, fotografando daqui e dali, já tinha feito grande parte das fotografias que tinha levado na cabeça fazer. Afinal, a Mafalda era apenas uma rapariga que acha que fica mal em todas as fotografias e o fotógrafo foi-lhe dando a volta, conseguindo fotografias giras. 


No final, arrumámos o material e estávamos prontos para sair quando a Mafalda nos perguntou o que queriamos lanchar. Atenção, ela não perguntou se queriamos lanchar. Fez-nos sentar na única mesinha que existe no interior da loja e, com gosto e orgulho, foi-nos dando a provar TODOS os doces que são feitos por ela que nós conseguimos comer. Nunca comi um toucinho do céu tão bom. Ainda me babo quando me lembro da orgia de doçaria que para ali houve.


E, quando achávamos que era tempo de ir embora, começou a pôr em caixas fatias de TODOS os outros doces que não conseguimos comer na loja. 


Que tarde extraordinária. 


 

sábado, 27 de maio de 2017

obrigada, blogocoiso

Eu já não tenho a certeza de quem comentou quem primeiro, atrevo-me a pensar que foi ela a primeira a vir aqui ao caixote, dada a minha reticência em comentar em sítios alheios. Uma miúda do Porto, a lidar com a vida, cheia de sentido de humor e com textos honestos.


Nunca nos vimos pessoalmente, mas tornámo-nos assíduas no blog uma da outra. Coisa estranha, isto dos blogs, porque, embora não a conheça, sinto uma ternura especial por ela. Aqui há uns dias, enviou-me uma mensagem pedindo a minha morada.


Ontem, na caixa do correio veio um presente dela, que se deu ao trabalho de, sem me conhecer fisicamente de lado nenhum.


IMG_20170526_124011.jpg


 Coisa estranha isto dos blogs, que nos leva a sentir afeição por pessoas que não conhecemos.


Obrigada, Isabel, Meninamulher.


 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

quando os blogs fecham portas

Não gosto quando aqueles blogs que leio há anos, ainda que tenham deixado de escrever de forma assídua há anos, desaparecem.


Fico sempre com uma sensação pequenina de orfandade.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

agradecimento sentido

Entre escolas, casa, arrumos e ginásio, jantar e essas coisas todas que se fazem, não arranjei tempo de qualidade para vir aqui agradecer à Mula o convite que me fez para contar uma história de uma música que eu ouvi. Saiu assim uma coisa muito aparvalhada, mas houve quem lhe achasse piada, vá-se lá perceber o sentido de humor das pessoas....


Obrigada, Mula, pelo convite.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

terça-feira, 22 de setembro de 2015

blogolândia

"Fui conhecer a Marrocos", disse eu à Titi.


"Foste?!"


Sim. Respondi.


E acrescentei: "só vou conhecer pessoas que eu sinta, aqui dentro, que serão boas de conhecer."


E acho que não me enganei.  

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

pergunta minha

Como ganha a vida o Casal Mistério?


Quando for grande quero ser uma Ela.


Nem preciso de estar casada com um Ele, que por acaso estou, dadas as minhas tendências heterossexuais.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

bagaço amarelo

Já há alguns anos que leio o Bagaço amarelo e muitas vezes me apeteceu "roubar-lhe" as postas de pescada do seu não compreendo as mulheres. A verdade é que deve ser dos gajos da blogosfera que melhor as compreende.


Vejam lá isto: http://naocompreendoasmulheres.blogspot.pt/2015/04/respostas-perguntas-inexistentes-302.html


 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

amigos

O post da Trocatintas, sobre amigos  (já sei linkar!!) merece ser continuado, porque as as reflexões que ela faz também já as fiz muitas vezes (vão lá ler).


 


Eu não sou pessoa de ter muitos amigos. Nunca tive muitos amigos. Geralmente, os adolescentes têm um grupo de pessoas com quem se dá e com quem são feitas as primeiras experiências marcantes. Eu nunca tive. Geralmente, as "amigas" combinavam as coisas sem eu saber e lá iam divertir-se.


Atualmente, continuo sem muitos amigos, mas já estou mais em paz com o facto, não a 100%, porque de contrário não perdia tanto tempo a refletir sobre a questão.


Não me considero má pessoa, tenho-me como de confiança e até sou simpática, não revelo os segredos dos outros, sou boa ouvinte e consigo facilmente empatizar com os problemas das pessoas.


No entanto, apesar de tudo, algum problema grave eu devo ter porque sinto, quase sempre, que dou mais do que aquilo que recebo em algumas situações.


Vou fazendo as pazes com essa constatação, porque sei que, apesar de poucos, os amigos que tenho são os melhores que podia ter.

domingo, 18 de janeiro de 2015

http://apanhadanacurva.blogspot.pt/

Entro aqui, muito de vez em quando, para ler tudo de rajada, a medo. 


E de cada vez, um arrepio atravessa-me de uma ponta do corpo à outra.


Um arrepio e uma vertigem, de frustração, de inveja, de maravilha. 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

fui ali e já venho!

Fui ali e já venho foi o 1º nome de que o M. se lembrou quando eu lhe propus escrever no blog. O Fui ali e já venho marinou mais de um ano, mas arrancou! 


fuialiejavenho.blogs.sapo.pt


 


É poético, o meu M. 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

cópia





Daqui: http://vozromazeira.blogspot.pt/




5.11.13




Quando leres um poema que te leve a fechar os olhos,
joga ao faz de conta:
estás a ver a casa
ela vai indo atrás das palavras
cada vez mais pequena
quase chão
só vês as janelas.

O poema é a nossa casa.

Faz ainda de conta:
chega o dia de ir embora
o silêncio vai abrindo as janelas
uma a uma vais vendo as palavras
abelhas cheias de mel.

É a nossa casa. Fica mais um bocadinho.


Colmeal da Torre, 4/Novembro/2013
(a pensar nos filhos e netos)


 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

os arrumadinhos (esta é para quem está dentro da blogosFera)

Os arrumadinhos não fazem nada o meu género.


As lógicas neo-liberais metem-me nojo; o argumento de que eu estou a descontar para os parasitas e quando for a minha vez não haverá nada para mim (mais ou menos isto) é de um egoísmo...


 

um quarto

 1/4 hoje 1/4 depois e depois assim entra o antidepressivo no meu sangue o comprimido é tão pequeno que o ato de o reduzir a quartos é no mí...