No canal 2, domingo à noite. Tão bom! Vejam. Os primeiros quatro episódios estão na rtp play.
O argumento é delicioso. A realização excelente, a imagem do melhor. E é tão boa para soltarmos os demónios.
No canal 2, domingo à noite. Tão bom! Vejam. Os primeiros quatro episódios estão na rtp play.
O argumento é delicioso. A realização excelente, a imagem do melhor. E é tão boa para soltarmos os demónios.
No sábado, depois de os técnicos da meo terem ido embora, o pai avisou as miúdas: "a televisão fica aqui na sala, mas é para ocasiões especiais. Além disso, já não há canais pandas nem nada disso, foi só para os senhores instalarem a fibra."
Hoje, terça-feira, pedem-me para ver um bocadinho de televisão. Eu deixo, "15 ms, meninas."
"Está bem, mãe."
Elas sentam-se no sofá, ligam a tv, ligam a box, vão diretas ao canal dois, onde está a dar o zig zag e ouço a Mr. dizer à irmã: "não temos os outros canais, mas podemos ver o zig zag".
São tão crédulas, as minhas filhas, tão totózinhas...
Há sensivelmente seis meses que não temos televisão, mas a Gr. num desenho que ilustrava o que fazia aos sábados desenhou-se a pintar no chão da sala, ao lado da Mr. a ver televisão.
Uma das muitas vantagens de não ter televisão é aquela de irmos arrumar o resto da cozinha, depois de termos estado a trabalhar e não podermos ir para a cama logo, correndo o risco de passar a noite a ruminar no que fizemos e no que falta fazer.
Havendo televisão, colava-me ao sofá a ver porcaria.
Não havendo, acabei de arrumar a cozinha e fiz uma fornada de pão que tinha deixado a levedar.
Já não sei exatamente quando foi, creio que terá sido mais ou menos umas duas semanas depois das aulas dela (Mr.) terem acabado. Eu andava há uns dias a passar-me (mas tu não fazes mais nada se não passares-te?) com a preguiça da miúda e com a necessidade de estar sempre em modo televisão.
Ventilei com o pai, que não vai de meias medidas e leva a televisão para a garagem.
Estamos sem o aparelho (para não repetir televisão) desde essa altura.
Às vezes, faz falta. Na maior parte dos casos, não faz.
Elas chegam a casa e inventam brincadeiras com os milhentos brinquedos que andam para aí espalhados e com o conteúdo da "Caixa da fantasia". (asterisco)
Quando é preciso mesmo mantê-las entretidas com alguma coisa que as mantenha no mesmo sítio (a sala) recorremos ao youtube e aos vídeos dos "gatinhos engraçados".
Não sentimos a falta da televisão e acho que elas andam mais criativas nas brincadeiras.
Tenho a certeza de que andamos a exagerar na quantidade de big bangs que vemos quando a Mr. agora chama por nós assim:
- "mãe... mãe... mãe..."
- "pai... pai... pai..."
Enviado do phone sem acentos e sem cedilhas. Sonia, soninha, esse bocadinho de soutien a mostra enquanto dancas nos teus passinhos curtinhos, essas pernas enxutas a mostra sao para os pais, os do genero masculino, verem, nao sao? Confessa... Queres ser a proxima Xuxa, versao tuga... Confessa, va... Nota: o canal panda faz 20 anos mas quem recebe presente eh o pai da crianca.
Nesta casa há quatro canais. O aparelho da TDT é partilhado pelo condomínio. É uma valente bosta, que vai não volta avaria. É frequente um dos canais ficar sem som, outro perder o sinal e muitas vezes o som estar desfasado.
Com grande pena minha, hoje só se consegue ver o "pugrama" dos putos gordos. Não sei se tenho mais pena de mim, se deles.
Contava fazer umas selfies malucas, à entrada da estação de televisão, contava dar umas beijocas ao Goucha e à Cristina, mas ficou tudo pelas intenções.
A noite, no Vila Galé Ópera (em Alcantâra) foi mal dormida, o pequeno-almoço engolido. Pouco antes das 10 chegámos a Queluz e eu tremia como varas verdes, muito mais do que antes das entradas em cena, em dias de estreia. De acordo com o Marco disfarcei bem. "Ensaiámos" os argumentos que o M. tinha preparado pela milionésima vez e lá fomos nós.
Foi uma manhã diferente.
As pessoas na TVI são simpáticas. O "debate" foi mais ou menos aquilo que tínhamos previsto, tendo em conta a presença do Dr. Quintino (tirem as vossas conclusões, obviamente não quero ser politicamente incorreta), o Marco mandou os seus bitaites com uma calma de se lhe tirar o chapéu e, visualmente falando, não ficou mal à frente das câmaras.
Estou muito orgulhosa do meu esposo.
As miúdas ficaram com a sogra e não deram pela nossa falta, de tal forma que estou aqui com vontade de as mandar na camioneta da carreira, de malas feitas, passar as férias todas no norte.
Estou também, claro, completamente ressabiada por não lhe fazer falta nenhuma.
Na semana passada, a direção da escola do M. enviou um mail a todos, solicitando voluntários para dar a sua opinião sobre a proposta da Confap (confederação de associação de pais) de manter as escolas abertas até julho. O M. disse que não se importaria de dar a sua opinião, pensando que alguém iria lá à escola recolher testemunhos. Na quinta-feira recebe um mail a dizer que sim senhor, tem de estar nos estúdios da TVI às 10h.
Caiu-lhe tudo, mas não deu parte de fraco.
Não tenho nada para escrever, mas diz que bloger que é blogger (foi propositado isto de só um g num e dois noutro) tem de escrever todos os dias.
Há que manter os índices de visualizações. As duas pessoas que vêm aqui diariamente não podem ficar a ver navios ou o post requentado escrito há uns dias.
Façam-se atualizações:
estamos a uma semana do fim do ano letivo.
A caramela mais velha já fez os testes intermédios. Para este último de matemática até teve dificuldade em dormir. Ela e os restantes colegas. "Detesto matemática!" saem eles da escola a vociferar. Que belo serviço andamos nós a fazer. Eu só comecei a odiar matemática na terceira classe no 3º ano.
Ontem, na série francesa mataram o Sami. Caraças, um gajo tão giro que estava a deixar o coração da capitã todo marado e matam-no.
A médica do M. disse-lhe para não comer sopa, que engorda e para comer sempre que tiver fome. Ela não sabe, mas na próxima consulta vai berrar "criei um monstro!"
Quando estou pelo nuorte, vejo com relativa frequência o canal TLC (shame on me... eu sei).
O que mais me encanita, para além dos reality shows com freaks, são os senhores e senhoras muito obesos (quase 300 kgs de pessoas), que deixam que acompanhemos o processo cirúrgico de bypass gástrico e posterior emagrecimento (americanos). Após um primeiro esforço para perderem peso antes da cirurgia, são depois abandonados aos seus hábitos alimentares completamente absurdos.
Programas como estes confirmam a nossa ideia pré-concebida de que os americanos não sabem mesmo alimentar-se. Por uma lado, a escolha nos supermercados deve ser completamente diferente da nossa. Por outro, eles nãos sabem cozinhar.
Um rapaz de vinte e cinco anos, um mês depois da cirurgia, para emagracer comia salsichas com ketchup.
Uma senhora enchia uma fatia de pão de forma com chilli com carne. Dizia a mãe dela, autora dos cozinhados: "come filha, come que é saudável e não tem gordura nenhuma. Depois de fritar o pão, sequei-o muito bem com um guardanapo."
Isto a mim, ao mesmo tempo que me repugna, faz-me rir à gargalhada.
O que é que se espera de um país onde a Direção Geral de Saúde é "patrocinada" pela coca cola e pelos grandes produtores de açucar?
Estou agora a ver How I met your mother...
Ainda não me fe rir agarrada à barriga como a série Friends.
Deve ser uma coisa geracional.
(Já agora, a mensagem inicial do meu telemóvel é a frase mítica "what's uuuuup?". Does it ring a bell?)
Eu li, a sério que li, a propósito da morte do Robin Williams, que a única safa para homens feios ou aparentemente desinteressantes era o sentido de humor.
Não sei quem escreveu (não consigo realmente lembrar-me), mas gostava de lhe mostrar isto, porque acho o Stephen Merchant um gajo bonito, na onda nerd, sim, mas bonito.
http://www.youtube.com/watch?v=R4ajQ-foj2Q
Sim, o Joseph Gordon Levitt também é bonito e encantador e talentoso, mas não é um dos autores das melhores séries de comédia, não....
Não voltarás a ver programas da manhã.
Agora, vai limpar as lágrimas e assoar o nariz.
Logo, quando as miúdas chegarem, estrafega-as de mimo e pronto.
Vá, vai à tua vida.
Ah, desliga lá a televisão.
Estávamos a ver o último capítulo de Avenida Brasil.
Nina, entre musiquinha deprimente, abraça Carminha, sinal inequívoco do perdão de todas as maldades que a mulher lhe fez ao longo dos mil novecentos e dez episódios.
Comentário do M.: "Se isto fosse game of thrones, ela agora sacava do punhal e cortava-lhe o pescoço!"
1/4 hoje 1/4 depois e depois assim entra o antidepressivo no meu sangue o comprimido é tão pequeno que o ato de o reduzir a quartos é no mí...