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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

usar lentes de contacto

Uso lentes de contacto desde maio.


Não foi "peanuts", mas também não foi o drama que podia ter sido, dado todas as coisas que fui ouvindo.


Descobri que metade das gajas que conheço usa lentes também e eu nunca tinha topado.


Descobri que o meu olho direito, de vez em quando, resolve brincar às escondidas com a lente respetiva e já aprendi a não stressar com o facto e a, o mais calmamente possível, (o que pode ser difícil porque sei que tenho uma cena escondida no olho) fazê-la aparecer.


 


Não as uso todos os dias por dois motivos: alongar os três meses e não me desabituar de me ver com óculos (está difícil, porque estou farta deles e fico bem mais gira sem eles).


 


Nas primeiras semanas, precisava de uns bons minutos para as conseguir pôr, depois ficou mais fácil. Não tenho uma técnica definida, mas ajudou-me ir ao youtube ver como é que as outras pessoas faziam e ir experimentando (pois, que há vídeos de meninas, especialmente brasileiras, a ensinar várias técnicas para introduzir lentes de contacto nos olhos! Nem quero saber que outros tipos de introduções pode haver...)


 


Hoje, a lente direita voltou a esconder-se e lá fui eu, em frente ao espelho, massagar a pálpebra para a fazer sair.


Estou a usar o último par dos três que comprei e a analisar a melhor forma de comprar mais: numa ótica ou online. Supostamente, ficam mais baratas online, mas, uma rookie como eu precisa de aconselhamento que as lojas online não providenciam na hora. E o mais barato pode sair muito caro para os meujolhos!

quarta-feira, 21 de maio de 2014

a saga das lentes - parte dois

Quando dei por falta da lente fui a uma ótica na Batalha. Eu tinha a impressão de que tinha posto no olho, não a encontrava em lado nenhum da casa de banho, interroguei-me se ela não estaria no olho, algures.


A menina da ótica olhou para lá e disse-me que não estava lá nada e que era impossível ela estar lá. De certeza que a tinha perdido.


 


MAS ELA ESTAVA LÁ. ANDEI COM A LENTE, uma brincalhona que gosta de jogar às escondidas com a dona, DESDE AS 10 DA MANHÃ ATÉ ÀS 21H metida no olhinho, lá bem não sei onde.


 

a saga das lentes de contacto

Este ano, decidi que ia usar lentes de contacto.


Fui ao oftalmologosta que, por acaso, era uma oftalmologista e ela passou-me uma receita para óculos e outra para lentes.


Deixei andar uns meses a marinar e nas férias da páscoa fui à minha óptica (que fica um bocadinho desviada da Batalha, aí perto de 200 kms) e falei com as meninas que já me conhecem há uns bons dez anos. 


Mandou-se vir um kit de iniciação e lá fui eu toda contente fazer o teste. Devo ter demorado uma meia horita a acertar com as lentes nojolhos, mas saí de lá toda trocada mais sexy.


Segui viagem para Belmonte, com a informação toda e ansiosa por iniciar a minha nova vida, fazendo contas às horas mais cedo a que teria de me levantar para acertar com as lentes nojolhos.


 


No dia seguinte, toda contente, lá fui eu meter-me na casa de banho - não me incomodem, vou pôr as lentes.


A lente direita entrou passados uns bons dez minutos! Ena pá!


Abri a tampinha da esquerda, meti o dedinho e andei ali às voltas com o dedinho e nada de lente. Caneco! perdi a lente esquerda! Calma, calma, não perdeste coisa nenhuma porque eu sei sem sombra de dúvidas que a meteste na caixinha. Tu mete lá outra vez o dedinho. Depois de muito meter o dedinho, dou com a lente colada na tampinha. Melhor assim. Coloquei-a (só devo ter demorado uns cinco minutos) e fui para a rua toda contente.


Desde esse dia, nunca mais foi 100% confortável estar de lentes, daí que tenho andado mais de óculos. Já sou mais rápida a colocá-las mas hoje foi o cúmulo.


Coloquei a direita num tempo recorde de cerca de um minuto e depois a esquerda. 


Fui levar as miúdas à escola, tomei café, fiz umas compritas domésticas e vim para casa. Quando me sentei ao computador para trabalhar, o meu olho direito não estava a focar como devia ser e resolvi tirar as lentes. Comecei pela direita (sempre me foi mais fácil tirá-las do que pô-las) e quando vou à esquerda (rais partam) não sai nada. 


Andei duas horitas com uma lente, provavelmente a esquerda, no olho direito e o olho esquerdo, tadinho, andou sem nada.


Agora, não há nada a fazer a não ser deitar fora esta que tenho, porque não há maneira de saber de que olho é efetivamente.


O meu olho esquerdo dói, do que andei para lá a escarafunchar e cá estou eu de óculos.


E frustrada também. 


 

um quarto

 1/4 hoje 1/4 depois e depois assim entra o antidepressivo no meu sangue o comprimido é tão pequeno que o ato de o reduzir a quartos é no mí...