terça-feira, 30 de junho de 2015

para memória futura (o M. na TVI)

Contava fazer umas selfies malucas, à entrada da estação de televisão, contava dar umas beijocas ao Goucha e à Cristina, mas ficou tudo pelas intenções.


A noite, no Vila Galé Ópera (em Alcantâra) foi mal dormida, o pequeno-almoço engolido. Pouco antes das 10 chegámos a Queluz e eu tremia como varas verdes, muito mais do que antes das entradas em cena, em dias de estreia. De acordo com o Marco disfarcei bem. "Ensaiámos" os argumentos que o M. tinha preparado pela milionésima vez e lá fomos nós.


Foi uma manhã diferente.


As pessoas na TVI são simpáticas. O "debate" foi mais ou menos aquilo que tínhamos previsto, tendo em conta a presença do Dr. Quintino (tirem as vossas conclusões, obviamente não quero ser politicamente incorreta), o Marco mandou os seus bitaites com uma calma de se lhe tirar o chapéu e, visualmente falando, não ficou mal à frente das câmaras.


Estou muito orgulhosa do meu esposo.


As miúdas ficaram com a sogra e não deram pela nossa falta, de tal forma que estou aqui com vontade de as mandar na camioneta da carreira, de malas feitas, passar as férias todas no norte.


Estou também, claro, completamente ressabiada por não lhe fazer falta nenhuma.

O M. na televisão

Na semana passada, a direção da escola do M. enviou um mail a todos, solicitando voluntários para dar a sua opinião sobre a proposta da Confap (confederação de associação de pais) de manter as escolas abertas até julho. O M. disse que não se importaria de dar a sua opinião, pensando que alguém iria lá à escola recolher testemunhos. Na quinta-feira recebe um mail a dizer que sim senhor, tem de estar nos estúdios da TVI às 10h.


Caiu-lhe tudo, mas não deu parte de fraco.

O M. na tvi

O gajo de barba e oculos na tvi e o M. E giro, nao e?

Estou na tvi

Mas ainda nao vi nem o Goucha nem a Cristina. Estou a ficar preocupada.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

nos entretantos

O luto de elias continua em pausa e à conta do livro que li nesta pausa (Julie and Julia) tenho cozinhado bastante.


Esta semana fiz a pita à Gabriela com o molho tzatziki, inventei um empadão frio, uma sobremesa de ricota e iogurte grego e hoje já fiz massa de piza, que está neste momento a levedar, e doce de abrunhos.


Nos entretantos, meti um recurso hierárquico, obrigo a Mr. a fazer coisas para além da merda da televisão e aborreço-me (fico mesmo lixada é a expressão correta) de morte com a sua preguiça, falta de concentração e de brio.


Tenho de me convencer de que ela não acha piada aos livros Uma aventura e que provavelmente vai odiar Os cinco.


Na opinião dela, o livro que está a ler, uma aventura no Porto, "é um bocado seca, só tem diálogos". Qual é o problema com os diálogos? Será por serem frente a frente e não via novas tecnologias?


A massa da piza chama por mim!


 

suspeitas

Suspeito que também o M. fará uso das entradas deste blogue.... à semelhança deste ancião.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

sem verão

Os verões que trago marcados na pele são os verões de pele pegajosa ao final do dia, de tardes e noites quentes, passadas na varanda, de madrugadas mal dormidas.


Estes dias de temperaturas pouco ou nada acima dos vinte graus, estes entardeceres frios, que não convidam à varanda, não me convêm, detesto-os.


Verão é verão, calor abrasador, corpos suados, pele à mostra.


 


 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

quero-te (exercícios de escrita)

quero-te para mim


quero-te aberta e positiva


quero-te clara e vibrante


quero-te a ver o sol esteja ou não esteja sol quero-te a acordar bem quero-te branca de momentos bons existentes ou potenciais


quero-te, Gabriela.


Quero-te Gabriela.


 

terça-feira, 23 de junho de 2015

pita à Gabriela

Autch! Título chunga!


Peço desculpa às pessoas de bem que aqui chegarem, o nome que lhe demos à mesa, ontem à noite, enquanto jantávamos, foi bem pior.


É um facto que ando desesperada com as refeições. Desesperada é exagero, mas é motivo de preocupação o diversificar as refeições e decidir o que fazer.


Ontem, não foi exeção. O básico de M. só foi capaz de sugerir bolonhesa, que nos últimos tempos não me sai bem e não me sabe bem.


Andava com vontade de fazer molho tzatziki e de comer pita (aquele pão redondo e achatado).


A intenção era usar carne de frango, mais saudável e rápida de cozinhar, mas o pingo doce aqui da zona é uma porcaria e nunca têm nada do que eu quero quando eu quero. Não havia bifes de frango nem pão pita.


Nada disso me deteve: comprei carne de porco aos cubinhos e pão tipo chapata, bem fininho, que, por acaso, nesse dia se tinham lembrado de fazer.


Eis o que elaborei na minha cozinha campestre:


temperei a carne com sal, pimenta, alho e cominhos.


Fiz o molho tzatziki: duas colheres de sopa de iogurte grego natural, meio pepino ralado e espremido, sal, três folhas de hortelã e coentros.


Fritei a carne num fiozinho de azeite.


Abri os pães.


Chamei para a mesa, que a Mr. ajudou a pôr.


Enfiei pedacinhos de carne e molho tzatziki para dentro do pão e comi. O M. não gosta de pepino, para ele fiz um molho alternativo com maionese e alho.


Acompanhou o único vinho que havia em casa, um Fiúza, tinto.


Foi uma pita que tinha nada de pita, mas que se comeu muito bem.

shots de gin

1 pacote de gelatina em pó


250ml de água a ferver


100ml de gin


 


Misturar a gelatina em pó na água a ferver e mexer bem para que fique bem dissolvida (a gelatina).


Juntar os 10ml de gin e mexer.


Deixar arrefecer um bocadinho e verter em copos de shot.


Bom proveito.

ginlatina

O que faz uma mãe de família aborrecida de morte?


Shots de gelatina com gin, para sobremesa.


A filha, enquanto isso, faz bolo de bolacha.


 

insónias

Acho que parte da minha insónia se deve ao luto de elias gro.


Esta noite, antes de me deitar, troquei-o por algo muito, mas muito mais leve e dormi melhor.


O luto de elias gro é aquele tipo de prosa que se cola a ti, não sei onde é que o Tordo vai buscar estas personagens tão perturbadas que me deixam num misto de inquietação e melancolia...


 

segunda-feira, 22 de junho de 2015

ouvido por aí*

Ao jantar, ontem:


"Porque é que só comem a massa?"


"Só gosto da massa."


"Comam também o peixe, tão bom e branquinho!"


*******


"Então, agora só comes peixe, Gr.?"


"Só gosto do peixe, não gosto da massa."


 


 


Ao almoço, hoje:


"Mr., só estás a comer o feijão? come esparguete também."


Feijão desapareceu, ficou só a massa.


"Agora comes a massa?"


"Não gosto da massa, sabe a feijão!"


 


O que eu aguento, caramba, o que eu aguento!


 


*cá em casa


 


 


 

joelho mau

Depois de uma semana em casa com as duas miúdas, descubro que o meu problema no joelho não tem nada a ver com exercício físico. Está é relacionado com a quantidade de vezes que me ponho de cócoras para apanhar merdas que elas deixam espalhadas no chão.


No sábado, fui ao chão. O M. trouxe-me da garagem para casa ao colo. O meu cavalheiro...

Termos de Pesquisa (visualizações ontem - 21/06/2015)


  1. blogdocaixote - 2

  2. sexo e pornografia - 1

facebook

Há cerca de um mês, matei o meu facebook.


Andava enervada com as partilhas que não me interessavam absolutamente nada, com as imagens de pratos suculentos que não comia, de locais fantásticos onde não ia, de coisas giras que não fazia. Andava com dor de cotovelo, resumindo.


Uma noite olhei para ele, copiei todas as fotografias que lá tinha para uma pasta, pus uma música qualquer cujo tema era "adeus" e fui-me deitar. Na manhã seguinte procurei os comandos para apagar o dito cujo e perante as possibilidades de o mandar logo à vida ou mantê-lo inativo durante um mesito, aqui a cobardola escolheu "manter inativo".


Durante esse mês, pouca gente deu conta da minha inatividade, fui feliz, tão mais feliz sem ele. Há dias, ele deu sinal de vida. Voltei a receber notificações e fiquei a ruminar sobre o que devia fazer.


Abri-o e matei-o de vez.


Hoje, que queria ver os pés da alcaida de Jerez de la Frontera, sinto-lhe a falta.


 

sábado, 20 de junho de 2015

exercícios de escrita

Dei por mim a dizer eu quebro-a, mas eu quebro-a!, referindo-me à minha filha mais velha.


Eu sou lá alguém para quebrar quem quer que seja, uma filha minha ainda por cima?!


Eu devia era quebrar em mim tanta coisa, tanta.


 


 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

exercícios de escrita

Sento-me cruzo a perna direita sobre a perna esquerda a minha mão direita pende e toca na perna cruzada não preciso de mais sinto-a à pele cheia de furinhos, aquilo a que chamam pele casca de laranja passo os dedos passo os dedos e tiro-os cheia de um sentimento que não ouso nomear descruzo a perna e fico aqui a olhar para o teclado tanta porcaria que precisava de ser extirpada e não é


 

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Nêspera no cu (*)

 


a) Ficar doente de um vez, com os sintomas todos.


b) Ir sentindo coisas diferentes durante a semana, ora dor de cabeça, ora dor de barriga, ora tonturas, ora náuseas....


 


Uma delas fica doente e eu nunca apanho nada, mas vou tendo os sintomas todos, um ou dois de cada vez...


 


(*) conceito pensado e desenvolvido originalmente por Bruno Nogueira (aqui não se plagia).


 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

you suck!

Não há balões.


Não há manjericos.


Não há grinaldas pelas ruas.


Não há cascatas.


Não cheira a sardinha.


Não cheira a pimento assado na brasa.


Não cheira....


Leiria, you suck!

terça-feira, 16 de junho de 2015

viagens

Saímos de casa, em direção ao Porto.


A primeira meia-hora é smooth.


Chegamos a Pombal e começa: falta muito? perguntam elas.


Aqui é fácil, a resposta é dada sem hesitações: falta, falta muito.


A partir de Coimbra a coisa fica mais difícil. Não havendo uma resposta que lhes agrade e que seja verdadeira, eu


respondo "falta mais ou menos" e o pai "falta um bocado".


A Gr. ouve uma resposta, a Mr. a outra.


Segue-se então o desafio de quantificar à medida das suas cabeças a distância entre Leiria e Porto.


A partir de onde é que podemos dizer que "falta pouco"?


Se dissermos "já não falta muito", está o caldo entornado.


"A mãe disse que não faltava muito!" gritam elas em S. João da Madeira ou Santa Maria da Feira.


"E não falta!"


"Mas nunca mais chegamos!"


O pai volta ao ataque "falta um bocadinho." Elas aborrecem-se. "Um bocadinho de que tamanho?"


A mãe contra ataca "faltam 30kms".


"Isso é muito?"


São viagens muito divertidas!


 


 


E aquela, para ficar registado, em que no meio de uma chuvada, o pai foi dar umas belas beijocas aos raides?


"Estamos a ter um acidente, pai?", sai-se a Mr.


"Não, está tudo bem." Responde o pai, a tentar controlar o carro, para evitar mais batidas. A mãe, agarrada ao teto, grita "sim, sim, está tudo bem!"


A parte lateral do carro toda amolgada, mas está tudo bem e já não falta muito para chegarmos.


A parte lateral do carro toda amolgada, o ritmo cardíaco ainda a voltar ao normal e já o pai está a ligar para tudo quanto é sucatas nas redondezas para arranjar peças de substituição. É de Homem!


 


 

segunda-feira, 15 de junho de 2015

estes dias - atualizações

Estes dias foram dias de grandes aprendizagens.


Terminei o ano letivo, despedi-me da escola onde estive dois anos, e dos miúdos, não conseguindo evitar algumas lágrimas.


A maior parte das pessoas vai de férias, descansa ou não e regressa às rotinas. Eu vou de "férias" e é SEMPRE um ciclo que se fecha. Uma incógnita que me afeta e a toda a minha família nuclear.


Deslocámo-nos ao norte, para mais uma peça de teatro. Descubro que a Cristina Ferreira deve sofrer muito antes e depois dos programas que faz ou das produções fotográficas. Aquela maquilhagem é tramada de pôr e de tirar. Ainda tenho eyeliner e rimel mascara. Confirmo que ser "gira" nos dias que correm exige a arte do fake (podia ser do fuck, mas não). Já não bastavam mamas fake, as bundas fake à conta do silicone ou das calças push-up, agora até as pestanas e as sobrancelhas são fake!


Descubro também que as pessoas são capazes de engolir merdas e merdas anos a fio e depois despejá-las em cima de quem não é de direito.


Começo a pensar a sério em ir ao médico. Há semanas que não durmo. Comprei melatonina, mas parece-me que não é aquilo de que preciso. Eu adormeço e acordo. Já não volto a entrar em sono profundo. Levanto-me como se tivesse um tijolo na cabeça e ando o dia todo mal disposta e rabujenta.


A noite passada tomei um relaxante pensando que me ia ajudar. Normalmente fico chateada quando acordo e não volto a adormecer, esta noite fiquei menos chateada, mas acordada na mesma.


E foram assim estes dias!


Estou oficialmente de férias desempregada.


 

quinta-feira, 11 de junho de 2015

cenas que não interessam a ninguém mas que ajudarão a fazer a travessia do deserto que é a adolescência

"Mãe, sabes, tenho uma vida secreta."

cenas que não interessam a ninguém mas que ajudarão a fazer a travessia do deserto que é a adolescência

"Estou a fazer um desenho para ti. Porque hoje é o dia da mãe. Só para ti, hoje.


Vais ficar muito bonita, com a cara cor de rosa e roxa."


 Tão linda, a minha mais nova.


 

cinza

Os dias cinzentos deixam-me cinzenta.


Nem parece que falta um dia para as aulas acabarem.

tasteless

Na senda de cardápios sem sabor que agradassem à mais nova, ontem cozi (isso, cozi) frango picado e espirais. Foi o jantar delas. A Mr. comeu relativamente bem, a Gr. repetiu.


Não fôssemos eu e o pai pessoas de comida a sério,  as minhas dúvidas existenciais relacionadas com as ementas diárias não existiriam.


Mas porque é que gosto tanto de comer?

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Gr. dixit

"Hmmm! Este peixinho está deuicioso! Não sabe a nada!"


 


Nota muito importante: aos cinco anos de idade não se sabe o que é a ironia. 

terça-feira, 9 de junho de 2015

é que ninguém me liga

... carago!

olhe, se faz favor

...era um jantar bem regado. 


Sim, uns martinis antes, um bom vinho durante e um gin para terminar, daqueles bem feitos.


Para jantar, qualquer coisa boa, que não tenha sido cozinhada por mim, isso mesmo.


Para sexta-feira, numa espécie de comemoração do fim do ano letivo e do início de mais uns meses de desemprego sem direito a nada.


 


Obrigada! 

Alô, alô D. Rosa

Ontem acordei e senti o meu rabo, os meus glúteos é mais cool e mais anatomicamente correto, mais moles do que o costume. Será normal?


 


Hoje, dói-me a perna.


 


Não durmo bem e nem sequer posso culpar as minhas filhas porque mesmo quando elas não acordam de madrugada, eu durmo mal.


 


Há pessoas que escrevem em blogs e às quais me apetece enviar um mail a oferecer ajuda para corrigir o que escrevem tal é a quantidade de erros ortográficos e de sintaxe que cometem.


 


Vou aturar os filhos dos outros.

domingo, 7 de junho de 2015

como é que ela vê o mundo?

"Olha, olha, pai! Já comeste muito, olha, tens as costas atrás e a barriga à frente!" 


O pai teve um ataque de riso tão grande que quase lhe saía o cérebro pelo nariz. 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

quando os bebés nascem mas não vêm para casa

Estive a ler isto e foi inevitável. Não queria chorar porque apesar de ter tudo para correr mal, correu tudo bem e a Mr. está aqui para o provar, mas chorei e, às vezes, quando a tpm toma conta de mim, ainda choro.


É muito mau nascer-te um filho e tu vires para cima, para uma enfermaria cheia de mães com os seus bebés e tu não teres o teu, que foi lá para baixo, para a neonatologia. As perguntas, o olhar interrogativo das outras mães...


Pior ainda é vires para casa sem barriga e sem filho porque tu, a mãe, tiveste alta, mas ele não.


Mau, muito mau é perguntarem-te pelo bebé e tu teres de contar, vezes em conta, que ele já nasceu mas ainda não é "teu".


Tinha tudo para correr mal, mas correu bem.

trogloditismo matinal

De manhã, sou uma troglodita.


Só quero despachar o que tem de ser despachado. Não me venham cá com birras que não quero este vestido e tenho frio ou tenho calor e não quero leite com chocolate deste e já mexeste o leite queria ser eu a mexer e buááááááááá, buáááá.....


Felizmente, vem o pai e leva os maus espíritos. Faz umas danças malucas, entoa uns cânticos parvos, as caramelas vestem tudo e calçam tudo e eu vou à minha vida, que ainda tenho dentes para lavar e creme para pôr, ainda tenho de descobrir onde deixei a carteira e o telemóvel e preparar o lanche da manhã da Mr.


E lá vamos nós, mesmo a tempo de ouvir o homem que mordeu o cão. Se não o apanhamos na telefonia do carro, a Mr. já sabe: "estamos muuiiita atrasadas, não estamos?"


 


O pai podia vir mais vezes....


 


 

quinta-feira, 4 de junho de 2015

nota-se que estou sem inspiração?

Nota?


Eu acho que sim....

venham a mim

Venham a mim os manuais, venham!


Durante anos e anos nunca as editores de manuais se lembraram de mim.


Bastou-me fazer a formação online para dar aulas de inglês aos putos, coisa que eu faço há anos, e é ver os manuais chegarem-me a casa.


Oh, venham.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

ouvido por aí*

"És a minha melhor vaquinha." (????)


"Tenho de agradecer aos teus pais por darem-me uma mãe tão simpática."


 


 


*cá em casa

nada de nada

Não tenho nada para escrever, mas diz que bloger que é blogger (foi propositado isto de só um g num e dois noutro) tem de escrever todos os dias.


Há que manter os índices de visualizações. As duas pessoas que vêm aqui diariamente não podem ficar a ver navios ou o post requentado escrito há uns dias.


Façam-se atualizações:


estamos a uma semana do fim do ano letivo.


A caramela mais velha já fez os testes intermédios. Para este último de matemática até teve dificuldade em dormir. Ela e os restantes colegas. "Detesto matemática!" saem eles da escola a vociferar. Que belo serviço andamos nós a fazer. Eu só comecei a odiar matemática na terceira classe no 3º ano.


Ontem, na série francesa mataram o Sami. Caraças, um gajo tão giro que estava a deixar o coração da capitã todo marado e matam-no.


A médica do M. disse-lhe para não comer sopa, que engorda e para comer sempre que tiver fome. Ela não sabe, mas na próxima consulta vai berrar "criei um monstro!"


 


 

terça-feira, 2 de junho de 2015

vida de doméstica

Sabiam que não se pode usar o detergente de lavar a loiça à mão na máquina?


Eu fiquei a saber hoje.


Tenho uma fábrica de espuma na minha cozinha.


Eu tanto quis ir a uma festa da espuma na star light (antiga discoteca lá da terra) e nunca fui, e olhem, agora posso ter uma lá em casa. 

fazer a revolução (outra vez)

 Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...