segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

harry potter

Tem-se a certeza de que se apanhou uma overdose de harry potter (terminei a saga no sábado à noite) quando, meia a dormir sinto o marido a entrar no quarto às escuras e penso "mas porque é que ele não diz lumos e acende a varinha?"


 

faltou-me um bocadinho assim

para dizer aos meus pais para deixarem cá ficar a pata.


Tu cala-te, M. porque é a pata, nem te atrevas a tentar meter cá em casa um gato qualquer.

relambório sobre óscares

Não vi os óscares, não vi nenhum filme nomeado (ahahaha, nem nomeado, nem por nomear, não vi mesmo nenhum filme!) e estou-me a cagar para os vestidos.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

relambório

We drank a whole bottle of wine.


God knows where it will take us. The fact I'm writing in English is some how proof of what alcohol can do to you on a Friday evening.


Alcohol and chilli.


And a Friday evening.


And the will to revive lost feelings.


Either that or finish harry potter and the deathly hallows...


who knows.


 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

para registo

Foi o primeiro animal que entrou lá em casa. Era a gatinha ou a xaninha. Foi o Marco quem ma deu, pequenina, bufona, mázinha mas muito miminhas.


Morreu esta semana, nos meus pais.


 


 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

não me apetece

Não me apetece, não me apetece.


Porque a releitura da saga Harry Potter é mais interessante, porque é mais engraçado fazer cócegas às miúdas, porque o pó não desaparece, porque o sol brilha e há roupa para pôr a secar ou bicicletas para levar a passear.


Não me apetece porque elas estão crescidas e mais tarde ou mais cedo vão ler e podem não gostar.


Não me apetece porque me imponho demasiados filtros e nada sai sem auto-censura que me limita e me bloqueia.


Porque não sinto a falta.


Não me apetece.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Nao digam que nao avisei

Post enviado do telemovel sem acentos nem cedilhas Ser mae e tambem receber o ultimo bocadinho da bolacha preferida enquanto estamos deitadas no sofa com uma grande dor de garganta. Toma mae, a tua preferida. E ouvir da boca do rebento mais velho que hoje ela trata de tudo.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

não digam que não avisei

Mothers and fathers to be: brace yourselves for the hardest job ever.


Underpaid and under everything else.


 


(vai para a tag tpm, que elas não têm culpa)


 


 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

almoçar na sala de professores

Almoçar aqui é continuar na sala de aula. A malta não desliga.


Falem-me das comidas, das botas que compraram, daquele programa de televisão que viram e que de certeza não vi, das filhas ou dos gatos, mas parem de falar das aulas, dos alunos, da matéria. Parem!

dasse!

Uma realidade cada vez mais incontestável: detesto crianças, pré-adolescentes e adolescentes, adultos também.


Na verdade, acho que odeio pessoas em geral.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

diz que

Disseram-me, enquanto me faziam as costas estalar, que a vida não nos dá nada que nós não aguentemos.


Estivesse ele naquele momento como tinha estado uns segundos antes, agarrado à minha perna, e tinha levado uma patada.


Parece que vivo rodeada de conflitos e que passo os meus dias a escutar coisas de que não gosto. O meu corpo reage com dor.


Diz que é bom o stress, diz ele que é o corpo a reagir e isso é bom.


Toda eu reajo ao stress, mas não acho bom, porque dói.


Diz ele que não vale a pena ir lá se não tratar do que me provoca stress, dos meus conflitos, porque o corpo é mais emoção do


que outra coisa qualquer.


Diz que tenho de tratar das minhas emoções também.


 


 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Untitled

Preciso de falar mais de vocês, preciso de deixar por escrito o que são, o que fazem, como fazem, o que dizem, como dizem, o que me fazem sentir.


Preciso de vos marcar agora, para não vos perder na memória.


Como é que vocês eram há três anos? não sei, não me lembro. Quero lembrar-me de vocês de agora daqui a dois anos. Quero voltar a sentir aqueles nós na barriga que vocês me dão quando me abraçam espontaneamente, quando me dão a mão na rua e a apertam, quando apoiam a vossa cabeça no meu ombro, quando me pedem mimo. Preciso.

para memória futura

carnaval 2016


Gr. - uma dançarina do ventre (era o único fato do lidl que lhe servia, quando lá fomos).


Mr. - draclaura (eu gosto de dizer "dracuulaura", o que a deixa muito incomodada), uma cena qualquer de uns desenhos animados que até já passaram de moda, se não estou em erro (foi a nossa prenda de natal, já a pensar à frente).


 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

a chocar

Estou cansada, dói-me o corpo, a garganta...


vou deixar de me gabar do sistema imunitário que tenho, livre até ao momento das maleitas que atacavam os outros todos cá de casa.


 

fazer a revolução (outra vez)

 Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...