É claro que adorou Londres, principalmente o museu de história natural. Gastou uma pipa de massa no hard rock, andou kms e kms, socializou com as colegas mais próximas da turma (o que, para nós que a conhecemos, pode parecer estranho e é muito bom!) e chegou a casa de rastos, a tempo de preparar a mochila e ir para a cama, porque no dia seguinte era dia de escola. Toma lá.
Eu não adorei ir a ida à dermatologista, mas a minha cara precisava. Há meses com ela toda vermelha, "acelerada", "picante", já a usar cremes para rosácea que nada faziam, começam a aparecer "borbulhas", assim entre aspas, porque não eram bem borbulhas.
Eu não podia ter só rosácea. Rosácea ponto. Tinha de ter uma rosácea especial: do tipo papulopustulosa (ou será papulo-pustulosa?). Tão giro, de dizer...
Vim para casa com toda uma rotina de skincare e antibiótico. Antibiótico à noite, após o qual não me posso sentar durante meia hora, que aproveito para empastar a cara. Começa com limpeza com um "leite" adaptado à minha condição, segue-se um sérum de niacimida e zinco (da Ordinary), uma pomada para combater a infeção (Soolantra), eritromicina para ajudar a supurar as pâpulas e acabo com um creme hidrante.
Na primeira noite, após o ritual, quase fiquei colada na almofada, tal era o nível de empastelamento. Agora, ao sétimo dia, já controlo melhor as quantidades e consigo ir para a cama menos palhaça.
É todo um mundo novo.