Eu via o cesto da roupa suja cheio, eu punha roupa a lavar.
Eu via o chão sujo, eu aspirava.
Eu queria fazer uma coisa para o jantar que não desse muito trabalho e me libertasse do fogão, eu temperava umas coisas e metia no forno.
Eu apetecia-me um bolo, eu fazia e metia no forno.
Eu via a loiça nos armários a diminuir e a crescer na máquina, eu punha a máquina a lavar.
Depois veio a troika, a conjuntura política não mudou (continuam lá os mesmo filhos da grande p.u.t.a desde o 25 de abril, com mais interesses no setor privado do que no setor governar o país), veio o aumento da eletricidade e das contas da edp.
Agora, lavo as duas máquinas à noite, se estiverem cheias, é-me mais difícil decidir o que cozinhar e bolos nem vê-los, o chão coleciona cotão, que ouvi dizer protege das quedas, mas é preciso ter muita paciência e eu não tenho.
Realmente, filhos dessa gaja! Que gaita, que gaita, que gaita!
ResponderEliminarAndo a dizer muitos palavrões... e tu nada... gaita!
ResponderEliminarQue queres, pá, não sou rapariga de palavrão.
ResponderEliminarEu também não era. A culpa é do M.
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