quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

amigos

O post da Trocatintas, sobre amigos  (já sei linkar!!) merece ser continuado, porque as as reflexões que ela faz também já as fiz muitas vezes (vão lá ler).


 


Eu não sou pessoa de ter muitos amigos. Nunca tive muitos amigos. Geralmente, os adolescentes têm um grupo de pessoas com quem se dá e com quem são feitas as primeiras experiências marcantes. Eu nunca tive. Geralmente, as "amigas" combinavam as coisas sem eu saber e lá iam divertir-se.


Atualmente, continuo sem muitos amigos, mas já estou mais em paz com o facto, não a 100%, porque de contrário não perdia tanto tempo a refletir sobre a questão.


Não me considero má pessoa, tenho-me como de confiança e até sou simpática, não revelo os segredos dos outros, sou boa ouvinte e consigo facilmente empatizar com os problemas das pessoas.


No entanto, apesar de tudo, algum problema grave eu devo ter porque sinto, quase sempre, que dou mais do que aquilo que recebo em algumas situações.


Vou fazendo as pazes com essa constatação, porque sei que, apesar de poucos, os amigos que tenho são os melhores que podia ter.

8 comentários:

  1. Também deixei-lhe um comentário.
    Tenho tão poucos que também eu fico na duvida se a culpa é apenas minha.
    Beijinho

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  2. O teu problema ( sei o bem, porque padeço do mesmo) é exatamente seres de confiança e não andares com "leva e trás". Hoje em dia parece que fixe mesmo é falar dos outros, dizer mal, o diz que disse e expor a vida nos facebooks e afins. Se não és assim, estás "out".
    Olha, haja saúde e juizinho até há hora da morte, já dizia a minha avó

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  3. A última frase diz tudo, se são os melhores que podias ter, agradece a sorte que tens e não os contes (sempre detestei números).

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  4. Sei que às vezes é das circunstâncias da vida, outras vezes, coloco em questão a minha forma de ser....

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