Mais tarde ou mais cedo, as miúdas desta casa vão-me trazer algum animal de estimação, cão ou gato, com a cumplicidade e apoio do gajo cá de casa. Nessa altura, vou-me passar, mas não vou ter poder nem coragem para mandar os bichos embora. Entretanto, fazendo catsitting, já tive uma amostra do que serão esses dias.
O vomitado da gata mais velha está desde domingo de manhã na sala (c'orror! como consegues? quero ver até que ponto o marido o vai lá deixar, ele disse que o apanhava, estou à espera...), dos cocós e xixis só eu tratei, tal como da aspiração de grãos de areia que vão ficando espalhados pela casa.
Mimos, todos lhes dão, da limpeza trata aqui a mãe. Será assim.
Por isso, vou evitando ao máximo o assunto, batendo o pé com os tacões e, para já, nessa questão, a mãe é que manda (até quando?)
A mãe manda nesse ponto até a própria mãe conseguir resistir e não encontrar um animal em que diga, «oh que fofo». Ai tudo descamba e passados uns dias um animal do género entra em casa!
ResponderEliminarOlha esta mãe deste lado, apanha o vomitado dos gatos, os cocós que acabam fora da caixa, limpa a areia que sai da caixa, dá-lhes de comer, apanha os milhões de pelos espalhados pelas roupas e casa, mas eles compensam.
ResponderEliminarEles, os gatos pois claro!
Beijinho
Aposto que os gatos só foram aí para casa quando a tua "gatinha" (filha) se tornou mais independente... estou errada? ;)
ResponderEliminarAcho que descamba no dia em que eu entrar em casa e ele, o animal, já cá estiver. Espero que esse dia ainda esteja longe! ;)
ResponderEliminarAqui não há filho e tive que rosnar ao Rapaz para ele ficar com a tarefa de limpar os gatos xD
ResponderEliminarÉ bom ter memória.
ResponderEliminarEstou a pensar deixar-te em casa essas gatas que tu, gata pequena ainda, nos levaste para casa. E continuarás a fazer o que tem sido feito há muitos anos por outros, sem queixas. Deixo, deixo...
Quando te levei as gatas para casa, não era assim tão pequena...
ResponderEliminarJá andava pelos vinte, quando entrou a Xaninha, que pariu o Espreto, pelos trinta quando veio a Pata...