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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

se faz favor,

Eu queria que viesse uma rabanada de vento qualquer que me levasse para outro local, outra forma de vida, a mim e aos meus.


Não precisava de ser uma rabanada de vento físico, nem furacão, nem ciclone, nem merdas más (pleonasmo fenomenal).


Era uma rabanada na cara que me alterasse as geografias.

2 comentários:

vida

Olho para trás e lembro-me de poucas coisas. Tenho memórias vívidas e, depois, memórias difusas e confusas, perco o fio à meada, não tenho a...