O problema da idade do ouro é que só damos conta dela quando olhamos para trás. “Olha, aqueles foram, afinal, os meus melhores anos.”
Ter consciência disso agora deve ser bom. Perceber, por exemplo, que elas precisarem de mim na hora de dormir é bom. Afinal, estes são, muitas vezes, os únicos momentos do dia em que as tenho para mim, em que nos mimamos. Há que aproveitar o facto de a Mr. ainda se rir das minhas piadas ou das minhas histórias para dormir, muito parvas (de rabanetes a crescer na terra, que dão porrada velha a minhocas cheias de fome) e que a Gr. ainda se aninhe nas minhas pernas e nos meus braços e me chame “mamã”, quase em exclusivo nestes momentos.
É, esta é a nossa idade do ouro.
Penso muitas vezes nisso mesmo!
ResponderEliminarTenho feito por pensar também.
ResponderEliminarSim aproveita ... eu já passei por essa fase e sei que tudo isso um dia vai acabar ...
ResponderEliminarEles crescem e muito muda ... mas essa mudança tem que ser encara como o percurso normal de vida.
Conta-me essa história de rabanetes e minhocas.
ResponderEliminarAproveita que o tempo voa.
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