quarta-feira, 20 de junho de 2018

crónicas da hormona

Ontem, fomos a Coimbra.


Regressámos a casa com um dispositivo, que ainda vamos batizar, eu voto fifi, mas sou a única. Dispositivo este que permite a injeção de uma dose de hormona de crescimento no corpo da filha mais velha.


A filha mais velha foi uma valente: depois de ouvir as instruções de funcionamento da máquina, fifi, era perfeitamente capaz de se injetar, tal como a enfermeira ensinou, sem ais nem uis.


A máquina fifi veio para casa e agora está no frigorífico. Será um companheiro de alguns anos, não sabemos quantos, dependerá da forma como a filha mais velha reagir ao tratamento.


Quando a enfermeira comunicou que o caso da miúda tinha sido aceite para tratamento, os pais ficaram um bocado em choque (que disfarçaram muito bem), mas fizeram as perguntas todas que tinham de ser feitas e deram o seu consentimento informado. 


A ideia não é que a miúda cresça mais uns centímetros, é que a sua estrutura física seja mais forte, juntamente com os seus ossos. Os estudos revelam que crianças com défice de hormona de crescimento (como é o caso dela) têm problemas de ossos e menos resistência física. 


Vamos ver. 

Sem comentários:

Enviar um comentário

teens

 A mais velha perguntou se os amigos podiam vir para cá, na tarde livre, jogar uns jogos de tabuleiro e "hang out".  Ai, que fixe!...