quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

calendário 2018 (para memória futura)

Já ouvimos histórias do natal de antigamente, quando a coca cola ainda não tinha inventado o pai natal barrigudo, já falámos com o menino jesus, para lhe contar as novidades desta vida, ouvimos música de natal enquanto jantávamos, partilhámos o que nos fez felizes naquele dia (a mim foi a temperatura exterior de vinte e poucos graus), já fizemos um vídeo a desejar feliz natal aos nossos amigos, que vai ser enviado no dia 24 (quem quer receber?) e, pasme-se, temos uma tenda montada no quarto delas. Ocupa o quarto todo e inicialmente era para ser o refúgio da mr., para ela adormecer sentindo-se protegida, mas tem sido o da gr. que dorme lá todas as noites (a mr na cama dela). É difícil fazer a cama, arrumar roupa e arrumar o resto, mas confesso que até a mim me apetece lá dormir.


Acho que temos tenda montada (em sentido literal) até janeiro.  


Ainda não ouvi o last christmas....

3 comentários:

  1. Não há para ninguém "morada permanente", embora fosse bom que não fosse assim. Pelo que ter por morada, agora ou depois, uma tenda é de boa inteligência. Não sendo sempre, de vez em quando faz bem.
    Quae cum ita sint, fazem muito bem as tuas catraias quererem uma tenda...e fazerem dela o que lhes apetecer.

    (O que é isso "last christmas" - o meu inglês é do tamanho de um ovo de passarinho e, de músicas por estes dias, não vou para la de "Adeste, fideles"...)

    ResponderEliminar
  2. Julgava que havia, sim, uma morada permanente (o céu ou o inferno).
    o last christmas é uma canção de natal do finado George Michael... não tens cultura pop, tu....

    ResponderEliminar
  3. Por morada permanente entendia aquela em que a gente se vê.
    Quanto ao resto...se não me for perguntado sei; se me perguntarem, não sei...com tranquilidade...

    Cultura pop? uotes dete?

    ResponderEliminar

fazer a revolução (outra vez)

 Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...