terça-feira, 12 de março de 2019

post só parvo

Primeiro a constatação: olha, que estúpida, deixei ficar lá o dedo.... fechei a porta do carro e deixei lá o dedo. Aqueles dois segundos em que percebemos que não tirámos o dedo e ele ficou entalado na porta do carro.


Depois, mais dois segundos para o cérebro reagir e gritar "abre a merda da porta e tira daí o dedo, sua parva".


Mais uns milésimos de segundos passam enquanto abrimos a porta e, em simultâneo pensamos, isto vai doer tanto, caramba!


Tiramos o dedo e sentimos uma dor aguda e estonteante que cresce ao mesmo tempo que desejamos cortar aquela ponta que parvamente não saiu da porta antes de a fecharmos.


Ah! que belos dias vivemos. 


 


 


Antes continuar sem máquina da roupa. 


 


 


 

4 comentários:

fazer a revolução (outra vez)

 Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...