Na sexta, dia 12 deste mês, dei por mim a escolher caixões e "pacotes" de funerais. A escolher roupa para vestir "o corpo" e meias e sapatos. Fiquei a saber que os cintos "não devem ir", que cada terra tem cerimoniais e protocolos há muito estabelecidos, aos quais não se foge.
No sábado, dia 13, enterrámos o tio Pinto.
"Foi melhor assim." diziam as pessoas à minha tia e à minha prima, ainda de ressaca da viagem de avião e de carro até casa dos pais.
Foi um estágio para mim. Foi surreal.
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