Vamos começar por lhe chamar “a coisa” e começamos já por dizer que não sabemos se “a coisa” ainda existe.
Encontram-se unicamente à mesa, falam de assuntos circunstanciais ou questões a resolver no imediato. Depois cada um segue a sua vida e os seus afazeres, que raramente se cruzam.
Não têm interesses parecidos nem com pontos de contacto.
E vivem assim.
não sabemos se, como nós, põem em questão a existência da "coisa".
Sem comentários:
Enviar um comentário