Não tomou o pequeno almoço; não queria sair da cadeira; tive de a levar sentada para a porta do quarto, na hora de vestir a mr.; tive de lutar com ela para lhe vestir o casaco e ficou a ver se conseguia arrancar uma manga; tive de lutar com ela para a tirar da cadeira e depois levar para o carro e pô-la na cadeira do carro duas vezes (à partida e à chegada).
Agora, anda a espalhar bolachas pela casa toda. Primeiro trouxe-as para a sala, foi mordendo uma pontinha a cada uma e, uma a uma, pousou-as no sofá.
Quando tentei arrumá-las, veio defendê-las com unhas e dentes e, finalmente, não satisfeita, está a levá-las, uma a uma, para diferentes cantos da sala e eu a ver.
Isto para já não falar nos lápis de cor, espalhados.
Vou ver tudo isto como instalações artistícas e pensar que tenho uma filha genial, que brevemente fará exposições em Serralves e no museu Berardo.
Ahahahah... Excelente estratégia! Só é pena não te lembrares disso quando perderes a calma, as estribeiras, o know-how, e tudo mais que haja para perder quando eles tocam lá no tilt! Mas vá, esperemos que esse momento de pura loucura não chegue hoje.;)
ResponderEliminarA pura da loucura.... ando muita vezes nesse limiar.
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