domingo, 11 de março de 2012

parece que se chamam bodas de papel

Ontem foi dia de comemorarmos. Fizemos anos de casados.


Depois de um dia nornal, com o stress de ter a Gr. adoentada, a borrar fralda atrás de fralda e a deitar-se em todo o lado, olhámos um para o outro e dissemos: não me apetece fazer nada!


Estamos há várias noites sem dormir convenientemente (mas também, quem é que depois de ser pai e mãe dorme convenientemente? só aqueles cocós que sa fartam de dizer coisas como ai os meus filhos nunca me deram uma má noite, e coisas que tal, morram todos) e o que mais nos apetecia era enfiar um pijama e ir dormir.


Apesar disso, uma vez que os babysitters tinham chegado especialmente para a ocasião, lá nos enfiámos no quarto, para nos apipizarmos.


Depois de me vestir, olhei-me ao espelho e comentei: eh pá, até pareço uma mulher! E parecia mesmo, o gajo é que escusava de o ter reforçado, de olhos arregalados, como se nunca me tivesse visto à frente.


 


Saímos, ligámos a um colega do M. que conhece os hot spots, indicou-nos um e lá fomos. Estava cheio (e olha agora o cliché dos últimos tempos: onde é que anda a crise?).


Depois de alguma hesitação, fomos a outro sítio e por lá ficámos até perto da meia-noite, numa conversa boa, regada a um bom vinho (mais ou menos) e acompanhada de uma boa comida, sem interrupções para levar crianças ao wc ou mudar fraldas.


Ainda deu para ir beber um copo, só os dois, num chamego que há muito não acontecia.


 


Quando chegámos a casa, aterrámos na cama, para estarmos acordados novamente às duas, altura em que passámos a ser três na cama e onde fomos dormitando até às sete, quando a outra caramela se juntou à festa.


 


Back to reality. Quem nos dera conseguir introduzir mais noites destas na nossa.


 


 


 


 

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