Tenho de ir pôr as gajas, perdão, as miúdas a dormir, mas não me apetece. Tenho o corpo e o cérebro dormente, culpa do planura que deixaste cá em casa.
A Gr. está deitada aqui no sofá ao meu lado e murmura umas coisas que nem eu decifro. Levanta-se e volta a aninhar-se no sofá. O corpo já deve pedir cama, mas ela ainda não mo pediu a mim.
A Mr. está no escritório, com o pai. Essa nunca pede cama. Por ela, é ramboia até perder a consciência e cair para o lado.
E eu, escrevo. Nada de jeito, eu sei.
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