A professora que há em mim, nos dias que correm, está como uma vela ao vento.
Primeiro, estou a fazer trabalho voluntário forçado há quatro meses.
Segundo, não há um dia em que venha para casa contente com o trabalho que fiz. Os meus métodos devem estar complemente desadequados, as minhas metodologias idem.
Os putos não têm regras nenhumas, são incapazes de fazer silêncio e de trabalhar em silêncio, não têm noção dos limites, não parecem ter capacidade de raciocínio, de memorização. E sinto-me um calhau com olhos à frente das turmas.
Não sei trabalhar assim.
Tens que pensar positivo: as próximas duas semanas têm um feriado e, na semana depois disso, há as provas de aferição, o que poderá querer dizer mais uma folguita... E depois já estaremos quase no final do ano! Pena mesmo que seja "voluntariado"!
ResponderEliminarBeijoca e muita força para aturar os putos intragáveis!
Sabes que as caramelas das professoras das minhas turmas ainda não me disseram nada sobre as provas, nem sobre uma visita de estudo que já está marcada? Sei só pelos miúdos.
ResponderEliminarVivó os feriados!
Mas olha que por cá, apesar de, como sabes, as coisas até correrem melhor, há alturas em que também nos diz nada, "esquecem-se"! O que é muito divertido para nós! NOT! O que vale são mesmo os miúdos que nos vão dizendo as coisas. E eu que vou perguntando.
ResponderEliminarE biba!!!