sexta-feira, 22 de junho de 2012

o facebook e eu

Não sou fã do facebook.


Não é o facebook em si que é o problema. São as pessoas.


Há pessoas que não vejo há anos, com quem não falo há anos, há pessoas que passam por mim e fazem de conta que não me veem e essas pessoas com quem já não falo há anos e que até fazem de conta que não me conhecem pedem para ser meus amigos no facebook.


Não capto, não entendo.


O que é que tem o facebook de especial para levar estas pessoas e quererem ser meus amigos internéticos?


A única explicação que encontro é o carater voyeuristico da aplicação (para não repetir a palavra facebook outra vez). No facebook podem saber o que faz toda a gente, podem ver fotos e não há a maçada de ter de andar a fazer telefonemas ou enviar mensagens. Essas deixam-se para os verdadeiros amigos. No entanto, quantos mais amigos tens no FB, menos tens na vida cá fora. Será verdade?

1 comentário:

  1. Uma vez tive uma discussão acerca do facebook porque um verdadeiro adepto da modalidade diz que é semelhante ao que fazemos num blog. Não concordo por vários motivos mas lembro-me (muitas vezes) que há semelhanças, na medida em que há necessidade de expôr a realidade da vida quotidiana, que nem sempre é real, e depois há a necessidade de cuscar.
    Eu não gosto do facebook, não tenho facebook, não vejo necessidade a não ser concorrer a passatempos mas, como tu, não tenho nada contra. Tenho, sim, contra as pessoas que lá andam a utilizá-lo para coisas menos próprias (e às vezes tão sem sentido) como carpir mágoas e escarrapachar frases profundas acerca do amor com fotos do pôr-do-sol ou o menino da lágrima, ou a lista do supermercado, ou o que disse a ginecologista na última consulta... (eu não tenho facebook mas a empresa onde trabalho tem e sou eu que actualizo, logo, vejo)
    E agora sossego que isto já vai longe...

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