sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Isabel Jonet

Cá por casa, contribuímos para o aumento de venda do Nestum! A Gr. gosta muito e a Mr., de vez em quando, lembra-se de que gosta.


 


Eu também, apesar de estar a trabalhar, vivo uma situação de (des)emprego sem esperança.


 


Eu não tenho expetativa de viver e poder sair, ir ao cinema, a um concerto, jantar fora, porque o que ganhamos cá por casa já quase não dá para as despesas básicas e vale-nos a ajuda dos pais.


 


Mas acredito que há muito "boa gente" a viver o contrário, e aqui, mas só aqui, dou razão à sra. Isabel Jonet. Venham cá à zona onde moro e vejam se não é verdade! 

4 comentários:

  1. RECUSO-ME a concordar com essa senhora seja em que for!
    E não tem a ver com o facto de que hoje até foi bife ao jantar!

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  2. Então nem vou argumentar. Vou apenas dizer que há muitas pessoas que continuam a enterrar a cabeça na areia. Queres um ex.? Um casal desempregado pediu ao M. que fizesse as fotos do batizado do filho deles, que fizesse um preço jeitoso para pagarem em duas ou três prestações. Se não, pediriam a outro fotógrafo que levava 500 euros. Passava pela cabeça deste casal pedir a um ou mais familiares que tirassem fotografias e não gastar o dinheiro que não têm?? Não. E como estes, muitos outros.

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  3. Vale a pena ler uma crónica de Lobo Antunes; começa desta maneira:

    "Os Pobrezinhos"

    Na minha família os animais domésticos não eram cães nem gatos nem pássaros; na minha família os animais domésticos eram pobres. Cada uma das minhas tias tinha o seu pobre, pessoal e intransmissível, que vinha a casa dos meus avós uma vez por semana buscar, com um sorriso agradecido, a ração de roupa e comida.
    .....

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  4. Eu conheço essa crónica, mas não eu não ouvi nas palavras da senhora um elogio da pobreza e da caridadezinha, guardada para senhoras priviliegiadas.
    Ouvi um alerta para a necessidade de nos adaptarmos a uma situação que já não é recente e que está para durar, para parar com o desperdício e com a política do "compro isto, apesar de não ter dinheiro para pagar, alguém há-de pagar." E sim, eu sei que parte dos responsáveis por esta maneira são pensar são os grandes responsáveis pela situação e os que não estão a ser responsabilizados (os bancos, o governo). No entanto, nós enquanto cidadãos também temos de refletir sobre as nossas escolhas. Foi assim que ouvi as palavras da senhora.

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fazer a revolução (outra vez)

 Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...