Quase ninguém sabe que grande parte das canções do Zeca Afonso me fazem chorar. Por uma infinidade de razões, mas sobretudo por estarem ligadas à minha infância.
Isto, hoje, fez-me chorar e rir ao mesmo tempo.
Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
Hoje, feito cavaleiro andante entre as brumas do norte e o sossego do meu quintal, ouvi a notícia. Oiço agora Grândola de quando eu era novo e também de quando ainda eras piquena, mas já em circunstâncias gloriosas. E, olha, quase chorei, não de saudades mas por raiva...E disse: porra! (O que disse foi outra coisa, mas não a ponho aqui...)
ResponderEliminarEstou para aqui, a olhar para o teu comentário há para aí uns 5 mns. Nem sei que escreva. Anda uma desesperança no ar... à qual não sei tirar o prefixo.
ResponderEliminarBom sábado, no sossego do quintal.
À desesperança sempre se segue a bonança. A bonança de vontades. Hoje há no ar a desesperança, é verdade. Aguardo o amanhã.
ResponderEliminar( O que eu gostava de desafinar por lá! :-).
Era preciso a gente toda desafinar, para afinarmos o resto. :P
ResponderEliminarBem, o que posso dizer é que das coisas que podem fazer chorar e rir esta é, sem dúvida, das que mais poderia apreciar...
ResponderEliminarQuando dizes "esta", referes-te a Zeca afonso ou à malta a interromper a faladura do Coelho?
ResponderEliminar