A perspetiva é tramada.
Vejamos a seguinte parábola:
Ele leva-lhe o pequeno-almoço à cama. Ui que bom!
Ele traz-lhe uma garrafa de gin! (Ah! que homem espetacular), mas mais nada.
Ela agradece o pequeno-almoço, fica muito contente com o gesto, mas resmunga e faz o pequeno reparo que não costuma pôr açucar no leite.
Ela agradece o gin e pergunta se não veio nada para acompanhar, afinal, ela, ao contrário dele, não bebe gin puro.
Ele fica muito aborrecido com a falta de tacto e sensibilidade dela.
Ela fica um pouco aborrecida porque ele, ao fim de uma catrefada de anos, ainda não conhece os seus gostos.
Quem, nesta estória, é o insensível? É uma questão de perspetiva, não?
Insensível. Assim não se apanham moscas. Eu cá elogio sempre. Mesmo as torradas mais negras são boas. Garantia de serviço continuado ;)".
ResponderEliminarPois... mas eu sou uma língua de trapo. Na hora, a coisa sai, embora me arrependa no segundo seguinte. Eu aprendo, devagar, mas aprendo. :)
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