Pela casa, há mesas postas com louça de vários tamanhos e materiais e bebés que dormem nos sítios mais estranhos.
Eu sorrio para dentro umas vezes, e outras para fora e peço licença aos bebés para passar ou desculpa se os acordei com o aspirador.
Deixo os pratinhos nas mesas de cabeceira, na mesa da sala e no chão do quarto.
Alguém há-de chegar para neles comer, mais logo.
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