tenho medo de trovoada.
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fazer a revolução (outra vez)
Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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Estou aqui ou não?
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Estamos em casa. À minha volta vejo sacos e malas. Ouço as miúdas na casa de banho, dentro da banheira, a livrarem-se de sal e areia acumula...
olha, eu também!
ResponderEliminarAchas que podemos esconder-nos enquanto não passa? ;)
ResponderEliminarestou a pensar seriamente nisso... ainda para mais estou num 9º andar e numa sala que a parede que dá para a rua é de vidro.
ResponderEliminarTambém pode ser doutra maneira, que quero recordar: quando havia trovoadas, das grandes e de noite, abriam-se as persianas e cortinas, ia-se para um dos quartos virados a nascente e, na chuva de lumes, três vozes diziam:
ResponderEliminar“que bonito; quando vem outro?”
e contavam-se os segundos entre relâmpagos e trovões e sabia-se a distância entre as luzes e os quartos. Uma espécie de brincadeira, bonita.
Fear not, my darling! I shall protect you! No thunder is strong enough to harm you.
ResponderEliminar:) Luvs
Luvs u!
ResponderEliminarAgarra-te ao Marco ;) e não largues umas 3 horas ;)
ResponderEliminarPode ser quatro?
ResponderEliminarpode ser um dia inteiro ;)
ResponderEliminarConfesso que também não gosto nada.
ResponderEliminarBom fim de semana