Todas as vezes que me cruzei com a "senhora" para quem trabalhei há dois anos e que ainda me está a dever quase todos os salários eu, educadamente, disse "bom dia" ou "boa tarde".
Devia era ter-lhe cuspido na cara, literalmente cuspido na cara.
Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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