"Eu não quero ir para a escola!" Berra a mais nova.
E agarra-se às paredes, como se a levassem para uma sala de tortura.
Agarra-se à cadeira do carro, à porta, esperneia e agarra-se ao nosso pescoço quando já estamos dentro da sala.
Antes, no percurso entre o carro e a escola, somos olhados com um misto de pena e de espanto.
"Porque é que não queres ir? Não gostas da S.? Não gostas da M.? Elas são más? Os meninos batem-te? O almoço não é bom?"
"Não quero dormir a sesta!" Berra.
Mas, à hora da sesta, deita-se, muito normalmente e parece que não houve cena de faca e alguidar para sair de casa, do carro, para entrar na escola...
O pai fica muito mais perturbado do que a mãe, possivelmente porque é a mãe que a vai buscar e quando chega, a miúda anda muito contente a brincar e muito contente vem ter com a mãe.
De qualquer forma, são cenas que nos deixam os pelos dos braços arrepiados.
A esperança é que, com o início da escola da mais velha, estas cenas parem.
E vão parar. Vai saber conjugar a "cozinha [com] cheira a canela e açúcar amarelo" com essas coisitas de ir à escola.
ResponderEliminarAiiii... segunda o que me espera! Aqui sempre foi um drama...
ResponderEliminarCoragem....
ResponderEliminarVamos ver....
ResponderEliminarEla gosta de lá estar, o problema é que prefere estar em casa... Nós, adultos, só não fazemos cenas dessas porque não podemos... Vais ver que, em poucos dias, ela já se resignou à rotina.
ResponderEliminarTal e qual eu, quando vou para o ginásio.
ResponderEliminarAgarras-te ao pescoço de quem?
ResponderEliminarDo Luís.
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