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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

ouvido por aí*

 Mr.


- Então, a tua amiga ggggg esteve mesmo doente, até faltou a um teste. Sabes o que se passou, Mr?


 - Acho que teve uma o..., o..., ovidite.


 


 


Gr.


 - Sabes, mãe, hoje, quando eu andava na rua a pedir o bolinho, desejei que tu tivesses um saco cheio de euros.


 


 


 

comemorar

Vinha aqui dizer que esta noite ia apanhar uma grande overdose de vinho tinto, mas lembrei-me de que o parvo do M tem curso de fotografia e beber sozinha é uma merda.

colocada? quem? eu? ah?

Imagine-se que a minha vida profissional é um lago. Nesse lago, fui sempre o equivalente ao peixe mais pequeno, aquele que está no fundinho da cadeia alimentar: estagiária logo no primeiro ano (ainda não estás formada, baixa a bola, não sabes o que andas aqui a fazer, nem vou ouvir o que tens para dizer), professora de cursos profissionais quando eles estavam quase todos confinados a entidades privadas (curso profissional? onde? na escola profissional xxx? o que é isso?), professora das novas oportunidades (ui, o degredo dos degredos, andas aí a dar canudos de graça, não fazes nada e ainda te pagam), professora de Atividades Extracurriculares, paga como técnica e não como docente (você chegou atrasada, ó senhora e não pode tirar fotocópias não, olhe faça uns desenhos no quadro, assim comássim só está aqui até os pais deles chegarem).


Nunca fui professora "a sério", de acordo com os padrões da maior parte das pessoas.


Fiz um curso extra para poder dar aulas como professora a sério aos meninos mais pequeninos, afinal já andava a trabalhar com eles há uns quatro anos, fui metendo na cabeça a ideia de que nunca mais iria dar aulas aos mais velhos, estava à espera que me "chamassem" para esses pequeninos e olha?


Chamam-me para os mais velhos, com quem não trabalho desde o estágio. Estou mais ou menos em pânico, controlado, desde ontem, quando me ligaram da escola.


Fui lá de manhã e ninguém andou à porrada, pelo menos à minha frente. Isso deve ser bom sinal, não?


 

E o impossível acontece!!

Ontem, agendei o post e pensei: ehehehe, giro, giro era ser colocada, ehehehe era giro, ehehehe.


Agora, carrego na tecla de maiúsculas e grito: FUI COLOCADA


(não é partida de dia das bruxas)

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Atualizações para memória futura

Em finais de outubro de 2015 ainda estou em casa, sem trabalho remunerado. Não me apetece fuçar no blog, mas tenho a impressão de que nunca estive tanto tempo sem trabalhar. Estou já a entrar naquele modo de desempregada, dona de casa deseperada.


A Mr. está na terceira classe. Muito pouco mudou na sua postura em relação à escola e ao trabalho. Mudámos nós.


Quando a Gr. era bebé não víamos ciúmes, eles foram crescendo à medida que as duas foram crescendo também. Eu tenho mais paciência para a mais nova e passo-me muito mais facilmente com alguns comportamentos da Mr. o que gera grandes atritos. Temos uma relação difícil, eu e a Mr., que tenderá a agravar-se se eu não conseguir dar a volta às minhas posturas.


 


A Gr. está mais calma. Embora no início do ano letivo tenha resistido muito às idas para a escola, como quando era bebé, agora vai bem e fica bem. Creio que o facto de ver a Mr. ficar na escola todos os dias a fez perceber que também ela tem a escola dela.


Continua a não pronunciar bem as laterais, o que agora já começa a ser preocupante, na medida em que o problema é preguiça de colocar a língua no sítio certo.


 


O M. vai estando bem, a fazer o luto do avô, que faleceu faz hoje uma semana. É agora órfão de avós, o meu marido.


Estamos, apesar do meu desemprego e dos lutos que a vida nos vai trazendo, bem. Há saúde e capacidade para enfrentar o que nos tem chegado por "correio" e o desejo é que assim se continue.


Agora, para avacalhar isto, porque o tom sério já me está a incomodar, este é o balanço de final de ano que nunca fiz. Estou parva comigo mesma.


 

é isto

Apesar de ter bi-horário, inconscientemente ponho as máquinas a lavar de manhã. Fazem ruído que preenche. Quando elas acabam os seus ciclos de lavagem, nem o galo da quinta vizinha me safa.

estupidezes

À minha frente, um carro moderno, com aqueles autocolantes de criança a bordo, personalizados com os nomes das respetivas. Aquela senhora que conduzia aquele carro é mãe de um Enzo e de uma Ísis.


E eu pensei que deve ser realmente muito mais fácil chamar aqueles filhos para a mesa. Enzoiisis, venham jantar. Ou para arrumar. Isisienzo, arrumem os brinquedos.


Ou quando andam à porrada. Enzoiisis, parem de dar pontapés um ao outro.


 

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Pausa

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 Retomaremos a programação dentro de breves momentos.

abriu a época

A partir de agora vai ser todos os dias isto:


 - Não se descalcem.


 - Calcem as meias, as meias.


 - estás descalça aqui na cozinha? vai-te calçar.


 - Calça as meias, pelo menos.


 - umas pantufas, enfia umas pantufas nesses pés.


 - não, não podes ficar descalça depois do banho.


 - calcem-se!


 


(e as dúvidas que isto me deu, ah? o verbo descalçar?)

Adeus, Crato

... olá, Mano.


Vamos ver durante quantos meses.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

aposto que...

... não sou a única que quer saber qual é a primeira coisa que Luaty Beirão vai comer. (ups, dúvida altamente politicamente incorreta que dá origem a post altamente politicamente incorreto).

correr (título altamente enganador)

Deve haver uma explicação para o facto de, mesmo estando desempregada, andar sempre a correr!


A correr para a escola da Mr., a correr para casa, para a piscina, para a catequese, para a festa do amigo x, para ir buscar a Gr.


Não tenho horários a cumprir, mas ando sempre na mecha!


 

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

balls!

A minha "cova da moura", na margem sul, que não era efetivamente a Cova da Moura, era aquilo que eu imagino que seja uma escola da cova da moura.


À hora de almoço, dois miúdos envolveram-se à porrada, um deles com ponta e mola fechada, mas em vias de ser usada. O colega que vinha comigo indicar-me um sítio para comer qualquer coisa meteu-se no meio para os separar e levou uma valente joelhada, enquanto à volta já uma multidão se reunia, gozando o espetáculo. Pelo ar calmo do colega, depreendi que aquela é uma situação corriqueira.


 


Não sei como seria ter ficado ali, naquela escola. Mas todos os dias, em certas escolas do nosso país, há professores que enfrentam batalhas campais em nome da educação. E estão lá, todos os cinco dias da semana e envolvem-se em projetos sociais que lhes tomam tempo e não lhes trazem dinheiro.


O nosso governo o que faz? humilha, menospreza, em nome do economicismo.


 


A mim, não me servia, mas ainda bem que há professores com tomates.


 


 


 

domingo, 25 de outubro de 2015

sem título

Há dias intermináveis e depois há fins de semana que não acabam e deviam acabar. 


E depois, concorremos, por engano, para uma cova da moura dessas que há pelo país e é lá que somos colocadas, numa cova da moura, num horário de oito horas....


E quando o fim de semana terminar, lá vamos nós ver como podemos resolver o problema sem muitos danos colaterais.


Como diria o sr. Moreira (avô materno do M.), que fomos ontem a enterrar: "é bida." À sua. 


 

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Só para dizer

que a Cocó veio cá ontem.


Descobrir isto nas estatísticas do blog é, para já, a melhor parte do dia.


Vida triste... a minha (não a da Sónia).

futuro (não, não tem nada a ver com o marty mcfly a chegar a hoje)

Quando saí de sociologia no ISCTE, por muitas razões incluindo a não apreciar a raça dos sociólogos ("isso é senso comum, isso é senso comum!" passavam o tempo todo a esfregar-nos com isto na cara), mas acima de tudo por não conseguir adaptar-me à cidade grande (sou uma totó, eu sei) e me mudei para a Fac. de Letras no Porto, para um curso que me interessava pela parte linguística e cultural, não pensei no futuro.


Não imaginei que 13 (pôrra!) anos depois, estaria aqui, em casa. Em casa sem duplos sentidos, sem conotações, em casa denotativamente falando, em casa, sentada no sofá, depois de arrumar a casa, para daqui a pouco, sair de casa e ir buscar as filhas e vir para casa.


 


Pôrra!

Chiça!

Estou tão aborrecida de estar em casa, sujeita às mesmas tarefas repetitivas e às mesmas rotinas, e tão aborrecida de não ter ninguém com quem falar que já faltou mais para escrever posts de moda a aconselhar roupa para as diferentes estações do ano e eventos, eu que quase não saio de casa.

por favor,

alguém me explique o que é o netflix...

terça-feira, 20 de outubro de 2015

esta é aquela altura do ano

... em que olho para a rua e assusto-me, começo a fazer tudo o que já devia ter feito, e depois, olho para o relógio e percebo que não sou eu que estou atrasada, é a noite que chega adiantada e a hora ainda nem mudou.

hobbies

O passatempo preferido das minhas miúdas, a seguir a brincar com as pinipons (JÁ HÁ SUFICIENTES, NÃO SÃO PRECISAS MAIS) é ver televisão com um prato de comida à frente.

conta no banco

Ligaram-me do BesNovo Banco, onde tenho conta desde que não me lembro (foi o primeiro banco a abrir na terra) e onde não mexo há uns bons anos (desde que deixei de poder contar com um ordenado certo na conta ao fim do mês, e agora começo a chorar, psht, começas nada, anda lá). Ligaram-me, um sr. mto simpático, para saber se eu não queria movimentar mais a conta, sei lá, meter lá algum dinheiro.


Eu ri-me, ri-me bastante, mas não foi na cara do sr., ri-me assim como se ele tivesse contado uma piada muito gira e disse-lhe que não podia realmente movimentar a conta, rindo-me (que engraçada que eu sou).


Depois, o sr. riu-se também e deu-me a entender que já que não a uso, bem que a posso fechar. Está bem, eu fecho-a, acedi eu.


 


Mas agora, estou aqui a pensar, vou fechá-la o caralhinho é que vou. Eu sei lá se amanhã não encontro emprego cujo salário seja suficiente para chegar e sobrar? Eu posso precisar da conta para as minhas poupanças. Conta sem despesas de manutenção já não se arranjam!

ontem e hoje

Ontem bateu-me qualquer coisa má. Passei o dia sentada no sofá, a olhar para a parede, a fazer o mínimo indispensável para a casa não se enterrar em roupa e brinquedos.


Depois do jantar, que não comi, adormeci no sofá. Antes das 10 decidi levar o corpo para a cama. O M. tratou das miúdas e eu despareci.


Dormi até à hora a que o despertador tocou, mas teria de bom grado continuado a dormir.


 


Hoje dedico-me às tarefas de doméstica boazinha que sou: faço a ementa para a semana e respetiva lista de compras.


Arrumo tudo, tudo, o que está fora do sítio e agora abalo para o supermercado.


Cada um com a sua maratona.

sábado, 17 de outubro de 2015

aging well


 

ela só quer só pensa em namorar, ela só quer...

Estão há cerca de uma hora entretidas com as pinipons, espalhadas na sala.


Aqui na cozinha, procuro receitas para o jantar de logo e vou ouvindo coisas como "a minha pinipon não tem namorado, mas ela ia ali à rua e arranja um, tá bem?"


 

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

ditadura

Às vezes, olho para as minhas mãos, para as minhas unhas, na rua, no café, em casa e lembro-me das unhas que vejo nas mãos da mãe da A. nas mãos da R., nas da S.


As minhas mãos não são mãos de senhorinha, as minhas unhas mantenho-as curtas e desenvernizadas. Mas, às vezes, sinto-me mal, porque me sinto a única mulher que não faz a manicure.


 


Outras vezes, são as caras das mulheres todas à minha volta, as sobrancelhas arranjadas, as bases e as sombras e os eyeliners e sinto-me mal, eu com a minha cara de eterna adolescente com rugas e cabelos brancos.


 


E sinto que há uma ditadura. Que as faz usar tudo o que usam e que me faz sentir mal a mim por ser uma ovelha ronhosa.

um piscar de olhos ao fim de semana

Boa sexta-feira.



 

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Bora lá!

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O pai herói

O pai herói é aquele que, correndo em auxílio das filhas amedrontadas com uma melga no quarto, refugiadas noutra divisão, chega ao quarto, manda uma murraça num móvel qualquer e vai ter com as filhas clamando que já matou a melga.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

telha

Telha de fim de tarde. Eu.


Se pudesse, se fosse mais miúda (de idade, que de tamanho eu sou) estava neste momento aos pontapés a uma parede.


Bons os tempos em que fazia body combat. Tanta porrada imaginária que dava (toma, seu cabrão que não me deste passagem à saída do estacionamento, toma cabra que me passaste à frente na fila do supermercado...)


Telha.

Sentem?

 


Já cheira a bolinho.


Bolinho: nome dos bolos à base de frutos secos e erva doce que se fazem por alturas de novembro, nestas terras onde moro.

Dez coisas que (já disse que) nunca farei na puta da vida enquanto estiver no meu perfeito juízo mas algumas até acabei por fazer

des.jpg


 


1. beijar um rapaz (quando tinha cinco anos)


2. casar (já depois de beijar rapazes, poucos, mãe, muito poucos)


3. deixar de ouvir Nirvana (quando entrei para a faculdade)


4. ter filhos (já com namorado sério)


5. deixar de prestar atenção à minha filha (com ela nos braços, ratinho acabado de nascer)


6. dar palmadas (era ela uma bebé que ainda não sabia andar e não mexia em nada e era praticamente um vegetal com olhos)


Agora, nunca, mas nunca


7. post de moda. Nunca escreverei aqui um texto sobre moda, porque não há assunto que me interesse menos.


8. irei à Índia, nem que me paguem a viagem, com estadia e refeições.


9. seguir as regras dos desafios à risca.


10. nomear mais dez pessoas para isto, primeiro porque não quero, segundo porque regra geral não o faço e eu cá não gosto de quebrar regras.


 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

testing 1,2,3, testing

des.jpg and by Fatia and Desarrumada


 


 


Ficará para amanhã!


 

desfocamento

Estou desfocada.


 


Use óculos ou lentes, não foco o importante: a mais velha vai para a escola, em dia de ginástica, com um vestido, giro, fofo que sei lá, mas impróprio para jogar futebol, a mais nova leva roupa de ginástica, mas não faz porque sairá mais cedo.


 


A roupa fica na bacia porque a bacia ficou esquecida.


Aquece-se um resto de tarte, que fica no microondas, também ela, coitada, votada ao esquecimento.


Não se faz sopa porque não nos lembramos que a mesma acabou.


Salvou-se o jantar, deliciosa carne guisada em especiarias várias de aromas exóticos.


"Sabe a canela, não gosto."


 

aquele coiso do desafio lançado pelo Varu, que a Fatia usou,

como é que eu posso usá-lo também para responder ao desafio das "dez coisas que nunca farei na coisa da minha vida  enquanto estiver no meu perfeito juízo"?


Sim, ajuda no capítulo informático, para ganhar tempo para pensar nessas tais dez coisas, se faz favor (refiro-me àquele balão de BD).

Sou só eu

que consigo perceber, sempre, que o gajo está ao telefone com uma mulher?

troca de sexo

Marquei a consulta dos cinco anos da Gr. no centro de saúde.


Desde que ela nasceu não há uma alma naquele serviço público que não ache que é um rapaz!


"Sim, é a mãe do Gr? é para confirmar a hora da consulta."


"Não é o Gr.


é A, A, é uma menina!"


 

domingo, 11 de outubro de 2015

ontem

Ontem, maquilhei (também pode ser maquiar) o marco. Sombras azuis nas pálpebras, eyeliner, rímel mascara, baton cor de laranja (O horror! baton cor de laranja?? veio como oferta numa compra de um perfume).


Não foi a primeira vez que o fiz e creio que não foi a última.


É coisa que me apraz muito no homem com quem casei, este não ter medo do rídiculo.


Rimo-nos todos como família um bocado maluca que somos.


Hoje é domingo e estou aborrecida.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

abriu a época

Esta é aquela época do ano que adoro (o caraças é que que adoro): aquela altura do ano em que os proto-idosos reformados saem da cama, coçam os tomatinhos, vestem as calças de terylene (até tive de googlar o palavra que não sabia como se escrevia), a camisola dos BVB, calçam as suas sapatilhas beppi, bebem uma malga de cevada com uma côdea de pão e saem para o quintal. Saem para o quintal e perguntam-se "o que vou fazer hoje?"


Cheiram o ar fresco da manhã, olham para o céu pintalgado de nuvens, voltam a cheirar o ar fresco e decidem que é um bom dia para começar a queimar todo o lixo que acumularam durante o verão nos seus quintais. Não está calor, passou o risco de incêndio, não há nada de mais interessante para fazer...


Sim, todos os proto-idosos desta terra decidiram hoje começar a fazer as suas fogueiras incineradoras.


Não há channel 5 que resista, não há amaciador de roupa xpto que aguente.


Toda eu cheiro a queimado.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

se eu continuar a fazer perguntas sobre produtos de cosmética

vocês continuam a vir aqui falar comigo?


É que as quintas-feiras são mais tramadas que os outros dias. Não sei se é de já terem passado quase todos os dias da semana tão depressa e não ter feito nada de jeito, se é outra coisa qualquer.

ouço, não ouço, ouço, não ouço... a dúvida consome-me sempre que vou ao youtube

A primeira coisa que me apareceu hoje assim que abri o youtube, logo de manhã, foi isto:


https://www.youtube.com/watch?v=7QmPboZ93I0


 


Não sei se ouça, se não ouça. Ai senhores, que dúvidas as minhas!

Oi?

Agora que até me tenho arranjado antes de sair de casa aí umas três vezes por semana e que julgava já dominar o básico da arte da maquilhagem, começam a aparecer "conceitos" estranhos. Alguém me explique o que é um "primer".


Curiosamente, hoje que saí de casa de cara limpa é que a mais nova me disse que eu era a mais bonita das mães.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

hormona de crescimento

A Mr. nasceu às 38 semanas com 1.700kg.


A endocrinologista que a segue em Coimbra fala em "restrição de crescimento". Nunca ficou claro por que razões a miúda parou de crescer algures a partir do sétimo mês de gestação (a placenta foi para análise, de acordo com o que nos disseram no hospital onde ela nasceu, mas eu suspeito que tenha ido para o caixote do lixo, porque nunca mais nos disseram nada).


Quando vierem os resultados do seu cariótipo, o caso pode seguir para uma comissão de ética que avalia a necessidade de uso de hormona de crescimento (que ajuda o corpo a recuperar de algum tipo de atraso).


Alguém conhece casos? Resultados, efeitos secundários?


 

review (riviu): amaciadores

O amaciador concentrado quanto flor de laranjeira não presta: a roupa não fica macia e o cheiro é relativamente desagradável.


Já o quanto amarelo que não é concentrado tem um cheiro delicioso que se prolonga muito depois da lavagem (semanas depois, na minha roupa. Será de não a passar a ferro?) e deixa a roupa macia.


O amaciador cor de rosa concentrado do pingo doce também cumpre, usado como não concentrado: cheira bem e amacia.


O amaciador da pantene também é muito bom, mas no cabelo. Na máquina ficariam lavagens muito dispendiosas.


 

terça-feira, 6 de outubro de 2015

ditado

"O homem levava"


senta-te direita


"o homem levava um alforge"


é com g de gato, g de gato


"cheio de moedas"


pára de roer a caneta,


ponto final, não, não é parágrafo


" Sem dar conta virgula o alforge"


é com g de gato,


"caiu ao chão"


senta-te como deve ser, não metas o bico da caneta na boca....


é isto.... o ditado é isto.


E dura e dura...

ah, a fúria

Tenho um pequeno monstro em casa.


Bruce Banner ficava verde de fúria, a minha mais velha fica verde dos trabalhos de casa e faz voar tudo, berra muito e zanga-se com toda a gente.

Ó mãe, olha que bonitas

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para mim....


 

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

é sexta-feira (foi)

Sextas são os dias designados à diferença.


À sexta, espero um bom jantar (feito por quem quer que seja), um bom vinho e umas horas para assentar e sentar sem grandes preocupações. No fundo, no fundo, quero comer e beber bem e o resto que vier, que venha por bem, seja lá o que for.


 


Sexta passada, perguntei via sms, ao marco o que é que ele queria jantar. Muitas vezes (99%), o meu problema é descobrir o que fazer e só o facto de o gajo me dizer faz XPTO já parece que o gajo veio para a cozinha, pôs o avental e fez tudo.


 


Nessa sexta foi mais ou menos isso que aconteceu, não sem antes, mentalmente eu ter estado umas boas duas horas a maldizer o tipo com quem casei. Porque o tipo com quem casei, nessa sexta-feira, meteu-se em casa dos vizinhos a fazer o que devia estar a fazer em casa, que era petiscar e beber, em jeito de prelúdio para o jantar.


 


Eu estava fula da vida e as miúdas brincavam sozinhas, num daqueles momentos zen. Eu, fula da vida e com vontade de fazer nada, recebi da rosa uns tutoriais de maquilhagem. Não foi tarde, nem cedo. Fula da vida, levei o arsenal (básico, muito básico) de make up que possuo para a cozinha, um espelho de mesa e "apalhacei-me". O marco chegou bem no final, já eu estava pintada, mas continuava fula da vida.


 


O que o salvou, bem como à sexta-feira, foi o facto de o gajo se ter metido com outro gajo na cozinha e terem feito o jantar sozinhos, enquanto eu e a respetiva ficámos na sala a trocar muitas de letra.


 


Maravilha de sexta.


 


 

hoje

Preciso de me abstrair dos resultados eleitorais. Ainda é muito cedo para começar a pensar no calendário do advento, não é?


 

domingo, 4 de outubro de 2015

eu não consigo acreditar....

.... ganhou a coligação?


País de merda!

graças a ...

Se o Costa ganhar, amanhã é feriado?


Ah, espera... eu amanhã não trabalho... graças ao Passos, que achava que tínhamos de trabalhar mais, graças ao PS que trouxe para cá a troika e nos deixou na penúria.


 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

hoje estou assim

Ela olhou para mim de alto a baixo e perguntou:


vais com essas calças? vais?


Respondi que sim, que ia.


Ficou a olhar para mim com ar embaraçado.


Eram as calças do barre terre. Eu ia correr e não tinha as pernas decentes para calções.


Vou correr, expliquei.


Está bem, replicou, baixando a cabeça.


Depois da corrida e das arrumações, perto da hora de a ir buscar, tomei duche, vesti-me bem e fui.


Será que algum dia os nossos filhos encontram nestes atos aquilo que eles são?


 


 

às vezes

Às vezes, se não for a fé que os outros depositam em nós, nós não fazemos nada nem somos nada.

O Império do Sol

O império do sol é um filme que me vem muitas vezes à memória.


O miúdo é um sobrevivente. O M. é um sobrevivente.


Eu tenho a certeza de que perante situações extremas me deixaria morrer, não teria nem metade da força, da resiliência que tanto um como outro têm.


Eu não sou uma sobrevivente.

ela foi a Londres, eu fui à dermatologista

 É claro que adorou Londres, principalmente o museu de história natural. Gastou uma pipa de massa no hard rock, andou kms e kms, socializou ...