segunda-feira, 16 de novembro de 2015

curtas (e grossas)

Sem qualquer ordem, aleatoriamente:


ai, castanhas no microondas ficam tão boas, hmm! Ficam uma merda é que ficam.


Ainda bem que não tenho facebook, a quantidade absurda de bandeiras francesas e de símbolos da paz com a torre eiffel que vi fora já me enjoa, que faria se tivesse.


Não somos todos franceses coisa nenhuma porque há para aí malta a gritar que são os refugiados e não são, é malta que vive connosco, aqui ao lado.


A minha filha mais nova tem tantos ciúmes da prima mais nova que quase nem lhe posso chegar. Ontem, de regresso do fim de semana em Belmonte, pediu-me uma fotografia onde estivéssemos só as duas, para sentir que eu estava sempre com ela. Mas eu estou sempre contigo e tu e a Mr estão sempre comigo. Aqui no coração e na cabeça, diz ela, sim, aí. Sempre.


A mais velha, a elaborar um panfleto sobre substâncias nocivas para a saúde, como álcool, drogas e tabaco, quer desenhar. Desenho um cigarro, uma garrafa de vinho e uma de lixívia. Líxivia? Sim, a líxivia é uma droga, não é?


É, o que significa que após cada limpeza que faço às casas de banho cá de casa fico toda drogadinha, como agora.

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