quarta-feira, 18 de novembro de 2015

os seres humanos são pessoas estranhas

Vi uma rapariga, que tinha mais arcaboiço de mulher feita do que de rapariga, com um gorro de lã na cabeça, sweat vaporosa preta, daquelas onde se vê tudo o que está por baixo, leggings e... chinelo de meter no dedo.


 


Um pai disse à filha que se ela não tirasse boas notas matava o cão de estimação. As notas vieram más, fizeram desaparecer o cão. Durante semanas, as miúdas andaram preocupadíssimas com a colega que tinha perdido o cão às mãos do pai canicida. Ontem veio a notícia de que afinal o cão não foi morto. Comento o facto com a mãe da rapariga, assim sem pensar: "afinal o cãozito apareceu, ainda bem, que as miúdas andaram aí aflitas!"


A dita mãe olha para mim como se eu fosse louca e vira-me as costas.


Da próxima vez que me chegar aos ouvidos uma barbaridade deste calibre, depois de me certificar de que não é invenção, faço queixa à CPCJ e à polícia.


Há pessoas muito estranhas.

5 comentários:

fazer a revolução (outra vez)

 Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...