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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Boas festas!


 

missão comprar prendas

Chegámos a casa, almoçámos qualquer coisa e começámos a planear a próxima missão: prendas.


Em casa da sogra, sondei a cunhada: que prenda queres, Titi? subtilmente a cunhada disse-me que achava muito mau isso de andar à cata de ideias para prendas e das próprias prendas na véspera. Depois, deu-me a lembrança que tinha trazido de Nova Iorque. Toma! Não só já tem a minha prenda de natal comprada desde novembro como ainda me trouxe uma cena da viagem que fez.


De qualquer forma, saímos de lá com ideias e começámos a delinear outro plano absolutamente premente: como chegar ao Porto? ir a que centro comercial, que percurso seguir? O trânsito estava um caos e havia acidentes vários.


O M. teve a ideia brilhante de irmos ao Marshopping, dando a volta ao bilhar grande. Pimba! Chegámos às 18h, ainda não eram 21h e já estávamos despachados! 


Missão comprar prendas cumprida! 


Por isso é que deixo tudo para a última. Não é deixar para a última, é deixar para um sítio onde tenho muito mais hipóteses de escolha, como é o caso do Porto. Não é desmazelo com as pessoas, é já ter ideias mas desejar pô-las em prática num local onde despache tudo o mais rapidamente possível. 


 

missão chegar a casa

Saímos ontem, dia 23, da Batalha, às 11 da matina.


Parámos para meter gás no carro, comprar óleo para o carro, tomar café, assinar uma ata e às 12 estávamos a entrar na autoestrada do oeste.


Por volta das 13, perto de Aveiro, um pneu furou e desfez-se todo. O carro manteve-se na sua rota, conseguimos parar sem problemas na berma e esperámos pela assitência em viagem.


Chegámos a casa às 16.30.


E as prendas por comprar.


A missão de chegar a casa estava cumprida. 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

estou um bocadinho em pânico

Amanhã sigo para o norte, se tudo correr bem, de manhã.


Se tudo correr bem, amanhã à tarde despacho as prendas num qualquer shopping, espero que no Arrábida, onde existe uma loja Tiger.


Se tudo correr bem... mas há muita coisa que pode correr mal, nomeadamente uma ata que ainda tem de ser assinada por mim, secretária de uma reunião, e que ainda está a a ser feita as we speak (a ata, não a reunião).


Estou, agora, à beirinha de uma ataquezinho de pânico pequenino...


 


 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Então, já compraste prendas?

Zerinho, zerinho!


Então, vais deixar para a véspera de natal?


Parece-me, pelo andar da coisa, que sim.


 

vida, vida

Reuniões para aqui, reuniões para ali, saídas para aqui, saídas para ali, parece que ter vida profissional e vida social é incompatível com ter blog.


Quero as minhas férias, se faz favor!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

calendário (perdi a conta, mas também deixei de contar)

Ontem, dia 17, foi dia de contarmos histórias de natal.


Dei as hipóteses de lermos ou inventar e ambas optaram por inventar, o que me deixou surpreendida, no caso da mais nova, pelo menos. No caso da mais velha, é normal, ler dá muito trabalho, na ótica do utilizador.


 


Como a história da Mr. levou como personagens principais o pai natal e a rena rodolfo, a da Gr. idem.


No final, eu contei a minha história, tão marcante que nem me lembro.


Estou com o espírito adormecido, a condizer com as noites mal dormidas, à conta de melgas, pesadelos, sede, tosse e outras maleitas que as expulsam do quarto delas e as conduzem à minha cama.


 


 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

calendário

Perdi a conta ao calendário.


Entre trocas e baldrocas, dias livres e dias de chocolatinho, eis um resumo dos últimos dias:


quando pensei nas atividades, tive em conta a azáfama da última semana de aulas (fichas e testes nossos e da miúda mais velha, testes para corrigir, notas para dar, grelhas e grelhinhas para preencher, etc), mas não pensei que dita azáfama começasse duas semanas antes.


Andamos a substituir atividades que exigiam tempo e disponibilidade por coisas rápidas e divertidas ou pelo chocolatinho.


No dia 12 vieram cá jantar a amália e a beatriz, a sessão fotográfica do dia 13 foi adiada para hoje, que é dia de, mais uma vez, chocolatinho, ontem era dia de agradecer por alguma coisa que nos fizesse feliz.


A Mr. armou uma birra porque queria que se armasse a câmara com tripé para fazermos um filme e não agradeceu por coisa nenhuma. A Gr. agradeceu pelas prendas que vai ter, quando finalmente percebeu o espírito da coisa agradeceu por ter uma mãe tão bonita e fofinha que gostava muito dela e um pai tão bom nas brincadeiras.


Eu agradeci o facto de estarmos financeiramente mais estáveis este ano e pelo marido espetacular que já tinha feito o jantar e a seguir ir fazer umas grelhas excel para eu avaliar as minhas turmas. O pai agradeceu por ter uma mulher espetacular e boa.


A mais velha permaneceu debaixo da mesa.


 

crise de meia-idade

Queria uma destas tatuada no meu ombro, mas sou maricas de mais.


Andorinha - Fábrica Bordalo Pinheiro.png


 


 


http://novacasaportuguesa.blogspot.pt/2010/11/mensagem-das-andorinhas-de-bordalo.html


(imagem sacada de)


 

podiam ser banalidades, mas fazem-me o dia

Puta pata! Puta pata!, gritavam eles. queriam ver a patrulha pata, uns desenhos animados que desconheço.


Mas saí de lá (da escola da Gr.) com um belo sorriso nos lábios que durou até chegar à escola, onde tive aulas com uma série de waste of space. (eu sei, sou péssima).


De qualquer forma, nada como o som cristalino da voz de uma criança que está a aprender a falar.


 

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

são botas alentejanas, pôrra

Outra vez arroz:


expliquem lá a estes tipos que estão a vender botas alentejanas a preços proibitivos e que é inadmissível que, usando materiais portugueses, deem aos produtos que fabricam nomes estrangeiros. É calçado português! amaricado e produzido para os bolsos do amaricano, mas é português, pôrra!


 


(Isto tudo porque hoje vi uma mãezinha com um par, à porta da escola da Mr. Volto a questionar a capacidade de gestão financeira aqui em casa)

avaliar

Avaliar é, na maior parte das vezes, a parte mais chata do trabalho que fazemos em casa, sentados nas nossas secretárias.


Com os resultados quantitativos à frente, com ideias sobre a qualidade do trabalho, mas sabendo de antemão que essas ideias são muito subjetivas, tento atribuir uma nota a cada aluno.


Se há aqueles cujo trabalho sou capaz de classificar sem sombra de dúvidas, outros há que me deixam ali sem saber o que fazer. Aqueles miúdos que tanto podem vir a subir e a trabalhar melhor como descambar e sei que, na maior parte das situações, a nota que der vai influenciar esse desenvolvimento para melhor ou pior, só não sei se para melhor, se para pior. Esses é que me dão noites de insónia.


 

domingo, 13 de dezembro de 2015

hoje não me apetece

hoje queria tudo aqui, no colo.


Terá sido do pequeno-almoço, que me chegou à cama?

jantar de sábado

2 cogumelos grandes


umas gramas de carne picada de novilho


meia cebola, um alho picadinho


3 colheres de sopa de tomate pelado aos pedacinhos


um bom fio de azeite


uma folha de louro


um dedo de vinho tinto


1 colher de café de orégãos


queijo mozarella ralado


 


refogar a cebola com o alho no azeite, juntar a folha de louro, deixar a cebola lourar, adicionar o tomate e deixar apurar uns dois mns, juntar a carne picada e mexer bem para que não fique às bolas, deixar o vinho entrar nesta altura vai ajudar. Temperar com sal e uma colher de orégaos. Retirar os pés dos cogumelos e parti-los aos bocadinhos, juntar à carne. Deixar apurar em lume médio, para reduzir o molho.


 


Quando estiver bem cozinhado, encher os cogumelos com a mistura e levar ao forno previamente aquecido (170 graus). Uns quinze mns são suficientes. Antes de os tirar do forno, juntar o queijo e deixar que derreta.


Não há fotografias, comemos tudo.

sábado, 12 de dezembro de 2015

guiomarês

"Eu quero aquela boneca que dá na **felicidade."


 


**publicidade


 


 

dias 10, 11, 12

Dias livres e de chocolatinho.


Hoje, 12, dia de jantar com amigos. Convidámos a amália e a beatriz.


Faz anos a R. estivemos juntas a lanchar.


As miúdas hoje estão histéricas. Os gritos e gritinhos estão a levar-me à loucura. Ainda por cima, receberam prendas que estão agora a explorar (a caramela faz anos e dá prendas!)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

pausa para refletir

Porque é que sinto necessidade do calendário do advento? não do calendário em sim, mas de qualquer coisa que junte a família em momentos mais ou menos relaxantes, fora da corrida que é a nossa vida? precisamente porque sinto falta desses momentos, como se fosse possível fazer aquilo que a Gr. queria fazer comigo no outro dia, pause, agora paramos e somos só os quatro a apreciar a presença uns dos outros.


Na verdade, o que tem acontecido na maior parte dos dias é que as atividades do calendário acabam por ser mais uma coisa que me faz correr, ou porque há o jantar para fazer ou porque queria ir ao ginásio ou porque está na hora das miúdas irem para a cama...ou sei lá mais o quê.


Juntamo-nos em família, mas não sei até que ponto estou a criar tradições ou lembranças (nas miúdas) que valham a pena.


É verdade que algumas atividades nos fazem rir muito em família, a mais parvas e fora do espírito da quadra natalícia, mas, não posso dizer com convicção que nos ajudem no que interessa realmente: a aproveitarmo-nos, a aceitarmo-nos, a gostarmo-nos como somos, a pausar da loucura do dia, a receber sentimentos positivos de que necessitamos.


Provavelmente o pai dirá algo completamente diferente, nós somos tão diferentes em tantas coisas!


Apesar disto, não posso deixar de partilhar o que aconteceu hoje, que de certa forma contraria o que digo acima.


Pusemos a câmara num tripé, em frente à árvore de natal, a filmar. Um a um, começando pelo pai, viemos dizer duas coisas que nos fazem felizes. Depois, vimos o filme.


Sabem, coisa bonita aconteceu. Sem combinarmos nada, porque era surpresa, só podíamos ver no final, eu e o pai ficamos felizes com as mesmas coisas e dissemo-lo para a câmara com olhar emocionado.

devagarinho...

... se faz o caminho.


Devagarinho, o bichinho do "espríto" natalino entra neste coração empedernido (drama queen in tha house).


O calendário faz uma parte e o cheirinho a férias faz o resto.


Apetece-me bolo rei (a culpa é da MJ) e enfeitar a casa e fazer coisas giras com a malta cá de casa. (internem-me)


Sabotei o calendário, que dizia que íamos tirar fotografias ao presépio da Batalha e, em vez disso, vamos escrever duas coisas que nos fazem felizes (a Gr. desenha).


 

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

dia 8, o resultado

Em pijama,  (porque era também dia do pijama) cada um num sítio da sala agarrado a uma folha de papel.


O pai ria-se e não deixava ninguém ver, a mais velha queria saber se eu queria baton azul e a mais nova fez questão que eu lhe fizesse coisas cor de rosa.


A mãe não é nada dada às artes visuais, fez o que pôde.


No fim, sentámo-nos no sofá e partilhámos os resultados:


da Mr.


IMG_20151208_220147.jpg


 


da Gr.


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da mãe


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do pai


IMG_20151208_220359.jpg


 


Não tenho palavras para este último. Percebi a razão de tanto riso. Gosto particularmente das minhas mamas. E do facto de parecermos uma família de agentes secretos à paisana.

levante o braço

quem ainda não comprou uma única prenda de natal e está a marimbar-se.


Olha eu aqui de braço esticado.

calendário Advento 2015, dias 6 e 7

Ui! Está um bocado "deixa para amanhã o que não podes fazes hoje".


Não adquirimos adereços para a árvore. Fomos ver o mar e o pôr do sol no mar. Melhor do que enfiarmo-nos numa qualquer superfície comercial.


Ontem, dia 7, era dia de fazermos uma festa do pijama. Fui ao ginásio (pump em cima do lombo, doí-me tudo), inventei um jantar e só tirámos o papelinho durante a refeição. "Fazemos amanhã, mãe" diz a Mr.


"Tira já o de amanhã, Mr, para não sermos apanhados de surpresa" digo eu (fui eu que fiz tudo, mas não me lembro de metade).


Dia 8: desenharmo-nos uns aos outros.


Logo, se não for demasiado embaraçoso, mostro o resultado.

é incrível!

Estamos a 8 de dezembro, já temos árvore de natal montada, o calendário já corre, mas...


ainda não ouvi o "last christmas" em lado nenhum.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

dosear

Precisamos de começar a dosear a quantidade de DVDs que se vê nesta casa.


Como é que sei?


Há cerca de meia hora, a Gr. mandou-me pôr em pausa (eu, a minha pessoa, não o leitor de DVDs)!


 

sábado, 5 de dezembro de 2015

calendário Advento 2015, dia 5

Não dançámos ontem, à maluca, que o pai sentiu-se mal e levámo-lo ao hospital.


Mas dançámos hoje e deixámos, mais uma vez, para amanhã, o que devíamos fazer hoje: comprar bolas para a árvore.


O que se dançou por aqui: last christmas dos wham, bailando não sei bem de quem, uma daquelas novas da mariza, em que ela berra ou fica sem voz, tal é o tom grave com que canta e I feel good, de james brown.


Amanhã, então, teremos a aquisição de novos adereços para a árvore de natal, que em breve cai com o peso que alberga, e brincar aos spas.

verdades (pouco natalícias)

Não nascemos a saber amar.


Não amamos inatamente.


Se não aprendermos o que é amor, não vamos saber amar.


Se crescermos com ódio, com negligência, com indiferença, vamos reproduzir esse mesmo ódio, a mesma negligência, a mesma indiferença.


Por isso, há crianças que estão, à partida, condenadas.


É uma merda, mas é verdade.


 


 

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

(ler com sotaque brasileiro) viciadona

bridges.


 


 

cara família,

na dúvida sobre a prenda de natal aqui para esta casa, podem pensar a sério numa máquina de café expresso. Nada de cápsulas, somos pelo ritual de todo o processo de meter café no manípulo e aquecer chávena. Somos contra as cápsulas! E não estou a ser irónica.


De nada.

Hoje

Dia quatro: dancar a maluca (o verbo leva cedilha e a prep. leva acento grave).

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

dias 2 e 3 (viva dezembro)

Advento, dias 2 e 3, já de rajada:


ontem, brincámos ao faz de conta. A Mr. quis brincar às professoras. Já durante o jantar, eu e o M. comentávamos que as nossas turmas são barulhentas e a Mr. se tinha saído com um "se eu fosse às vossas turmas eu sabia como calar os meninos. Mandava-lhes uns berros que eles paravam logo de fazer barulho."


Deixámo-la ser professora e fomos uns alunos muito barulhentos, desobedientes e sem vontade de estudar.


Rimo-nos muito, acho até que ambas se mijaram de tanto rir.


 


Hoje, dia 3, jogámos ao macaquinho do chinês. Mais ataques de riso, de todos, principalmente das raparigas da casa, à conta das palhaçadas do pai.


Soma e segue, isto de marcarmos horas e atividades em família. Dava um post. Já aqui levantei uma ponta do véu desta minha preocupação que é obrigarmo-nos a fazer determinadas coisas que deveriam surgir natural e espontaneamente, mas não surgem. Não compliquemos, para já. Siga.


 


 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

lista

Sete dias úteis até à interrupção letiva do natal. Oh yeah!


Até lá, tenho:


testes para corrigir,


notas para "dar" baseadas em critérios que não defini, com percentagens com as quais não concordo,


notas para lançar,


balanços de aulas previstas e dadas,


preparar materiais para a turma de vocacional (estou a pensar usar um manual do 1º ciclo)


e, num registo mais caseiro, fazer ou comprar postais de natal para enviar aos amigos e família (Catarina, precisamos da tua nova morada), um enfeite de natal para fazer para a escola da Gr., comprar uma prenda de anos para um colega da Gr. que vai à sua primeira festa de aniversário, pensar nas compras de natal... ai... não me lembro de tudo, há mais!

gestão

Gerir bem o tempo é coisa que nem sempre me assiste.


Por exemplo, neste momento devia estar a tirar a loiça da máquina para acabar de arrumar a cozinha, para depois acabar de estender a roupa e passar à correção daqueles testes que estão ali a olhar para mim.


Em vez disso, quedo-me por aqui, adiando trabalhos desagradáveis.


Ontem, pelo contrário fiz tudo aquilo a que me propus para dar seguimento ao calendário.


O jantar à luz das velas foi um jantar normal, menos iluminado, por outra lado mais zen. Não cedi à tentação de as fazer comer sopa, nem à de estar sempre a ralhar com elas por não estarem quietas. Conversámos sobre os nossos dias, como fazemos normalmente, a atitude da progenitora é que foi a nota diferente.


Por estas e por outras é que dou valor a essa coisa do calendário do advento. Pode ser triste, sob determinado ponto de vista, mas se tem o efeito de me fazer concentrar no mais importante, então vou continuar a fazê-lo.


 


Para hoje: brincar ao faz de conta antes de irmos para a cama


 

naba

Já escrevi uma data de cenas sobre o dia de ontem, que incluia a minha ida ao ginásio, para uma aula de body combat e o relato do jantar à luz das velas, mas feita naba, apaguei-o, sem querer!


Resumo: consegui ir ao ginásio, fazer o jantar e jantar à luz das velas.


Correu tudo bem.


Pôrra!

ela foi a Londres, eu fui à dermatologista

 É claro que adorou Londres, principalmente o museu de história natural. Gastou uma pipa de massa no hard rock, andou kms e kms, socializou ...