Ontem, dia 17, foi dia de contarmos histórias de natal.
Dei as hipóteses de lermos ou inventar e ambas optaram por inventar, o que me deixou surpreendida, no caso da mais nova, pelo menos. No caso da mais velha, é normal, ler dá muito trabalho, na ótica do utilizador.
Como a história da Mr. levou como personagens principais o pai natal e a rena rodolfo, a da Gr. idem.
No final, eu contei a minha história, tão marcante que nem me lembro.
Estou com o espírito adormecido, a condizer com as noites mal dormidas, à conta de melgas, pesadelos, sede, tosse e outras maleitas que as expulsam do quarto delas e as conduzem à minha cama.
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