segunda-feira, 23 de maio de 2016

aquela professora que no ano passado foi despedida

do colégio (com contrato de associação), porque era das que mais recebia, dada a sua antiguidade (há que manter o lucro), está agora a ajudar o colégio a produzir faixas amarelas e a gritar pelo direito de escolha. Deve ser a síndrome de Estocolmo.

6 comentários:

  1. Boa definição aplicada do síndrome de Estocolmo. Vou passar a usar este exemplo nas minhas aulas :D

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  2. Já não posso ouvir mais sobre o "direito de escolha" e se vejo mais camisolas ou fitinhas amarelas passo-me.
    Estou profundamente enervada!!!
    Afinal, os meninos de alguns desses colégios - sei-o de fonte segura - não tiveram hipótese de escolher se queriam ou não passar as aulas de DT e de Filosofia, e outras talvez, a escrever cartas para o Ministério da Educação e para o Governo. Os meninos dos colégios também não tiveram muito poder de escolha na indumentária: ou era a camisola amarela ou era a fitinha amarela. Mas uma tinha que ser. Mas aí os pais não se queixam do direito de escolha.
    P.S. Um dia destes ainda vou ter a confirmação de que EU ando a financiar as camisolas, fitinhas de pulso e faixas amarelas.

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  3. Sim? :D
    é que não terão dúvidas nenhumas!

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  4. Eu confirmo: és tu e eu e toda a gente.
    E o cúmulo dos cúmulos; há colégios que estão a pedir dinheiro para pagarem as excursões a Lisboa, na próxima semana, para se manifestarem a favor do "direito de escolha".

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