do colégio (com contrato de associação), porque era das que mais recebia, dada a sua antiguidade (há que manter o lucro), está agora a ajudar o colégio a produzir faixas amarelas e a gritar pelo direito de escolha. Deve ser a síndrome de Estocolmo.
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fazer a revolução (outra vez)
Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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Estou aqui ou não?
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Estamos em casa. À minha volta vejo sacos e malas. Ouço as miúdas na casa de banho, dentro da banheira, a livrarem-se de sal e areia acumula...
Boa definição aplicada do síndrome de Estocolmo. Vou passar a usar este exemplo nas minhas aulas :D
ResponderEliminarahahah!...
ResponderEliminarJá não posso ouvir mais sobre o "direito de escolha" e se vejo mais camisolas ou fitinhas amarelas passo-me.
ResponderEliminarEstou profundamente enervada!!!
Afinal, os meninos de alguns desses colégios - sei-o de fonte segura - não tiveram hipótese de escolher se queriam ou não passar as aulas de DT e de Filosofia, e outras talvez, a escrever cartas para o Ministério da Educação e para o Governo. Os meninos dos colégios também não tiveram muito poder de escolha na indumentária: ou era a camisola amarela ou era a fitinha amarela. Mas uma tinha que ser. Mas aí os pais não se queixam do direito de escolha.
P.S. Um dia destes ainda vou ter a confirmação de que EU ando a financiar as camisolas, fitinhas de pulso e faixas amarelas.
Sim? :D
ResponderEliminaré que não terão dúvidas nenhumas!
:D
ResponderEliminarEu confirmo: és tu e eu e toda a gente.
ResponderEliminarE o cúmulo dos cúmulos; há colégios que estão a pedir dinheiro para pagarem as excursões a Lisboa, na próxima semana, para se manifestarem a favor do "direito de escolha".