quinta-feira, 22 de setembro de 2016

chama-se crescer

Quando eu era pequenina (leia-se sem filhos), o meu frigorífico tinha ímans giros, maioritariamente de sítios que os meus amigos visitam.


Agora, tenho ímans, os mesmos e mais alguns para segurarem todos os papéis que vêm das escolas das miúdas e que temos de ter sempre presentes, mais os nossos. A porta do frigorífico mal se vê e os ímans idem aspas.


 

4 comentários:

  1. Nem quero pensar como será o frigorífico de famílias numerosas. :)

    ResponderEliminar
  2. Em Portugal, nunca tive ímans, nem nada que o valha, na geleira (esta palavra ficou-me da minha avó africana e guardo-a para sempre), mas desde que vivo fora do país, acumulo fotos e desenhos dos sobrinhos e alunos. Questão de aquecer o coração. Continuo a odiar os ímans.

    ResponderEliminar
  3. Na semana passada descobri que posso usá-los para pôr os posters nos quadros brancos. Já não tenho de andar com glue tack atrás de mim. Levo os ímans que me trouxeram de Londres.

    ResponderEliminar

fazer a revolução (outra vez)

 Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...