Vamos ter um animal de estimação, melhor, dois!
A Gr. já escolheu o nome do seu: Felini (é muito culta, a miúda!)
A Mr. ainda não decidiu.
Já foram avisadas de que os animais democraticamente escolhidos são seres muito sensíveis (o que é sensíveis, perguntou a Gr.) e que poderão morrer muito pouco tempo depois de virem cá para casa.
Saem dois peixinhos para a mesa do canto.
Fico à espera de saber como corre a experiência. É que cá em casa também há ladainha para haver um animal e tendo em conta que é um apartamento (portanto nada de cães) é que eu sou hiper alérgica a gatos (portanto
ResponderEliminarnada de gatos), peixes eram uma boa opção!
O triste disso é os peixes durarem pouco, como dizes. Mas um Felini é um Felini!
ResponderEliminarNão aconteça aos peixinhos o que aconteceu a outros bichinhos que, arrecadados por uma menina, ficaram na tutela dos pais da menina.
ResponderEliminarUma cadela chamada Sete que, tendo parido sete cachorrinhos, levou o velhote a procurar sete recebedores de cachorros. O velhote, pai da menina.
Uma gata de nome Gato que foi parir ao guarda roupa da tal menina foram e os velhos que…etc. e tal. Os velhotes, pais da menina
Outra gata chamada Xaninha que, vividos dezanove anos, começou a sofrer e foi o velho que a levou ao veterinário para lhe aliviar o sofrimento. O velho etc. e tal.
Outra gata que responde ao nome de Pata que anda sempre em viagem sempre que os velhotes viajam.
E podia falar de dois periquitos, uma pega e uma rola…Para além disso, ainda anda por aqui um aquário onde nadaram por algum tempo dois peixinhos…
Livra-te, livrai-vos, de acontecer o mesmo aos bichos que vão agora para vossa casa…
Com convicção, AMÉM…
AMÉN. Não vai acontecer.
ResponderEliminarExato. Para já aguentaram o fim de semana. Fazem-se apostas.
ResponderEliminarPeixes é aquela opção que se espera dar menos trabalho, enquanto eles se aguentarem vivos.
ResponderEliminarTem razão, sim senhor!
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