quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

isto sou eu a falar sozinha, enquanto aspiro a casa

Ontem ouvi um bocado do discurso de despedida de Obama, já tinha ouvido a Meryl Streep e hoje uma das primeiras coisas que li online foi um título qualquer sobre Trump e segredos que a Rússia tem, supostamente, sobre o novo presidente e a reação do novo presidente. Depois, ainda de manhã, na rádio, ouvi que uma das primeiras ações do novo presidente será acabar com o Obamacare.


As linhas que se seguem não são um rol fundamentado de conclusões, são um conjunto de coisas que me tem passado pela cabeça nos últimos meses, desde a eleição de Trump. Decidi, no carro, que não quero saber. Não quero saber que merda anda o homem a fazer. Depois, cheguei a casa e refleti. Não querer saber, a desinformação  que tal decisão acarreta é a pior coisa que nos pode acontecer.


Eu não quero saber que porcarias o gajo anda a fazer do outro lado do mundo, mas sinto-me obrigada a contrariar essa vontade. O que se passa nos EUA, o que vai suceder fruto das políticas de Trump vai influenciar o que se passa aqui e no resto do mundo.


Abomino o homem, mas obrigar-me-ei a estar a par, atráves dos meios de informação que considero legítimos, de todas as patifarias ou não patifarias que o gajo há-de fazer. Porque só assim será possível reagir a tempo e horas.


 


 

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