Partimos para férias deixando um rasputine às portas da morte. O peixe ora ficava quietinho no fundo do aquário, ora desatava a dar ao rabo e a comer... Não sabíamos se o mandávamos pela sanita, se o deixávamos no aquário, não fosse o gajo recuperar. Quando chegarmos, não vai haver peixe para contar história, os outros vão come-lo, vais ver. Disse eu. O meu marido olhou para mim, encolheu os ombros e murmurou qualquer coisa semelhante a vão lá agora comer o peixe.... Chegamos e não havia peixe para contar a história, nem um bocadinho a boiar... Temos peixes canibais e não sabíamos.
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fazer a revolução (outra vez)
Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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Estou aqui ou não?
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Estamos em casa. À minha volta vejo sacos e malas. Ouço as miúdas na casa de banho, dentro da banheira, a livrarem-se de sal e areia acumula...
Não terá sido a memória da gata que dava pelo nome "chaninha" a andar aí por casa e ver um petisco e...
ResponderEliminarOu, então, pois é, até os peixes/peixinhos, vendo-se sozinhos, se evaporam...
"Evaporou-se", pois sim... deu para 15 dias.
ResponderEliminarO problema não terá sido mais das noites que dos dias?
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