Dava-vos de mamar e o choro dissolvia-se.
Pegava-vos ao colo, metia a vossa cabeça no refego do meu pescoço, respirava-vos devagarinho no cangote e as vossas dores sumiam.
Dava-vos um beijinho no dói-dói e as lágrimas secavam.
Trocava-vos as voltas com um qualquer truque de linguagem e os soluços desapareciam.
Agora, não tenho armas, não encontro respostas que vos sosseguem as vossas mágoas, as vossas penas.
Mas é isso. Nascemos como o dia: “a aurora de róseos dedos” vem vindo e os montes e os vales são uma coisa só com o sol. O Sol começa a trepar pelo céu e as coisitas cá de baixo olham-no, olham-no…
ResponderEliminarAssim é que está bem.
Assim é que está bem.
ResponderEliminarLis
Se vocês o dizem.... :)
ResponderEliminarA adolescência é lixada... ficamos sem armas. Força desse lado
ResponderEliminar:) Obrigada!
ResponderEliminarElas cresceram não foi?
ResponderEliminarE as preocupações também não é?