Até há uns tempos, as palavras deslizavam da cabeça diretamente para as pontas dos dedos.
Eram como água a jorrar de uma fonte.
Hoje, parece que a fonte secou.
É claro que adorou Londres, principalmente o museu de história natural. Gastou uma pipa de massa no hard rock, andou kms e kms, socializou ...
São fases, também me acontece muitas vezes o mesmo!
ResponderEliminarA água sabe os caminhos e fazer outras fontes e fizeste-me lembrar Albano Martins:
ResponderEliminar“Há um rio que é foz
e fonte de outro rio.
Oblíqua
ponte – o mar.”
Deixa lá.