Numa das primeiras noites lá em baixo sonhei com o meu tio. Estava doente, mas vivo. Tão vivo que consegui abraçá-lo. Trazia o tronco nu, como se andasse ele na praia e usava o seu chapéu de palha.
Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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