Um caixote para atirar para lá a tralha que anda para aqui perdida
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quinta-feira, 13 de agosto de 2020
Deve ser assim que matamos saudades de quem já morreu
Numa das primeiras noites lá em baixo sonhei com o meu tio. Estava doente, mas vivo. Tão vivo que consegui abraçá-lo. Trazia o tronco nu, como se andasse ele na praia e usava o seu chapéu de palha.
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