À noite, já deitada na cama, um olho aberto, outro fechado, tenho ideias magníficas de coisas para escrever. Tema fantástico, frases bonitas, bem estruturadas, escorreitas, poéticas até. De olho meio aberto, meio fechado, considero a hipótese de ligar a luz do candeeiro e pegar no telemóvel que me serve de despertador, e escrever aquilo que tão bem compunha na minha cabeça. O sono e a preguiça desmotivam-me e penso sempre "amanhã vou-me lembrar".
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fazer a revolução (outra vez)
Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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Sonhei que fugíamos, não sei quem éramos. Mas fugíamos de um golpe, de algo que tinha mudado radicalmente a nossa forma de viver. Chegámos ...
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Estou aqui ou não?
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Estamos em casa. À minha volta vejo sacos e malas. Ouço as miúdas na casa de banho, dentro da banheira, a livrarem-se de sal e areia acumula...
Sei de mais gente assim. De tal maneira que passam-se meses sem registo nenhum...Nem um bilhete postal, como costumava.
ResponderEliminarSou igual
ResponderEliminarQuem nunca? Por aqui é "dia sim-dia também"...
ResponderEliminarBom fim de semana