segunda-feira, 13 de setembro de 2021

notas muito soltas

Foi um bom domingo. A feira de velharias era enorme, o parque cheio de sombras.


Muitos livros e, no fim, contra o meu costume, decidi dar uma vista de olhos pelas cruzetas.


Comprei algumas peças de roupa, bem baratas e giras, umas coisas só para mim, outras a pensar na Mr.


Tenho medo de andar de moto na autoestrada e o capacete não integral não ajuda. 


O regresso, pela nacional, foi bem mais agradável. Até dispensámos os blusões de couro. Mantive as luvas para não fazer calos.


À tarde, o calor manteve-se e bebeu-se um café numa esplanada na vila.


Comecei a ler um dos livros que trouxe e dei-me conta de que estou a ler duas biografias ao mesmo tempo. Decido deixar a do Gunter Grass para a noite e a Patti Smith para a tarde. Não sei se decido bem.


Hoje recebo o horário do novo agrupamento e começo a trabalhar com a colega. O horário não é mau, embora implique a volta ao agrupamento todo, que vai quase até Fátima e contenha quase em exclusivo turmas mistas.


Recebo os últimos raios de sol do dia, na varanda, com uma brisa que me deixa os braços arrepiados e me faz desejar uma camisola. Hesito em beber uma cerveja, tenho bebido uma todos os dias, por esta hora. 


Esta semana recomeço a ginástica.


Esta semana é, também, a última de liberdade quase absoluta e isso deixa-me um travo amargo na boca. Se calhar por isso não vou beber a cerveja.

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