segunda-feira, 6 de setembro de 2021

recomeçar em modo ciclo vicioso

Reli todos os posts de setembro, desde que tenho o Caixote


É em modo ciclo vicioso que o setembro se passa nesta cabeça


e depois o ano todo


começo sempre com a ansiedade ligada ao recomeço do ano, para mim, para elas e para ele


depois, a tentar manter a cabeça fora do trabalho e a forma de estar nas férias, enquanto o trabalho não começa a sério, mas sabendo que está aí à espreita 


sempre assim, estes recomeços cheios de ansiedade da qual não me livro


 


 

6 comentários:

  1. E depois corre sempre bem miúda! Entrega, confia! Os recomeços também podem ser bons beijinhos e um excelente recomeço para todos vocês!

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  2. Mas é uma ansiedade com borboletas no estomago , vai correr bem.

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  3. Eu sei que os recomeços podem ser bons. É o stress de serem sempre um mistério.

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  4. Nem sempre são borboletas, às vezes são baratas.

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  5. Percebo as baratas.
    Compreendo o sentimento.
    Já o senti mais. Já o senti menos. Parece que o sinto outra vez mais, ainda que de outra forma.
    Não compreendo como nos deixamos, quase todos, vencer por uma vida que nos leva, que nos puxa sem que possamos, pensamos nós, fincar o pé e puxá-la para o lado que queremos. A vida é uma coisa fantástica mas o que dela fazemos parece muitas vezes uma fuga ao livre-arbítrio, poder que nos é conferido desde cedo.
    A vida é uma coisa bela! Regozijemo-nos por estarmos vivos. Mas viver deveria ser mais do que o puxa-puxa da vida que aprendemos a considerar normal.
    Boa sorte para o ano letivo que se avizinha! Vai correr tudo bem, como sempre. A tempestade no copo de água é habitual nesta altura, mas será - acredito - sempre uma tempestade num copo de água. Até breve!
    P.S. Sou sempre mais eloquente e profunda na escrita, não achas?

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  6. Sim, tens razão. A vida devia ser mais do que isto (um constante andar à tona, beira do afoganço). E não, não és sempre mais eloquente e profunda na escrita. És muito eloquente e interessante ao vivo, na oralidade (embora já não te veja há tanto tempo que se calhar a minha memória me está a trair


    Um abraço e bom ano.

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