As atividades eram básicas e, no essencial, cumpriram-se.
Jantares à luz das velas, jogos em família, cinema em casa, distribuição de chocolatinhos, confeção de bolachas, de jantares diferentes do normal, de vídeos parvos.
Chego à conclusão de que se não for o calendário do advento não há natal.
Os dias de festa propriamente dita são muito curtos e stressantes. São estas quebras na rotina que funcionam como antecâmara das festas que, para mim, fazem o natal.
Advogo a existência do calendário do advento até ser velhinha.
Sem comentários:
Enviar um comentário