Demorei um bocado a processar a informação... quando a processei, acabada de sair de três horas como suplente de uma vigilância de exames, a conduzir para casa, senti o coração a disparar.
Vinculei. Pensei. Significa que daqui a dois anos podem mandar-me para onde quiserem.
Eu sou isto, penso logo no pior. Mas o tempo também me deu a capacidade de procurar relativizar.
Para o ano tenho trabalho, para o ano tenho um horário completo (só não sei onde).
O resto, vê-se quando lá chegarmos.
Agora, é sacudir a sensação de que fizemos um pacto com o demo....
De qualquer forma, parabéns
ResponderEliminarQue muito de bom chegue!!
ResponderEliminarBeijinhos!!!
nao sei se entendi a ultima linha ...
ResponderEliminarMas perante uma certeza é natural resultem duvidas.
Como quando convidados para o casamento temos a duvida quanto ao que vamos vestir .
Obrigada. :)
ResponderEliminarÁmen! ;)
ResponderEliminarObrigada!
A ver se explico: neste ano letivo que irá ter início em setembro a certeza que tenho é que tenho trabalho algures entre Arganil, Oliveira do Hospital e Porto de Mós (zona 4)...
ResponderEliminarNo ano letivo que virá depois, 2024/25, terei de concorrer ao país inteiro (inteiro, repito, não posso deixar zonas de fora, este novo diploma a isso me obriga) e esperar para ver o que me acontece. Sou uma pessoa de 46 anos, casada e com filhos, dependente de um Ministério que se recusa a ouvir e a negociar.
Eu assim o escolhi, na esperança de que alguma coisa boa resulte daqui. Mas não consigo deixar de pensar que fiz uma grande asneira.