A meio de um Orhan Pamuk que, ao contrários dos outros, me está a aborrecer.
O Museu da inocência narra a história do amor obsessivo de Kemal por Fusun. Para a ter por perto e aliviar a dor da sua ausência (porque ele, devido às convenções sociais não foi capaz de romper o noivado com outra mulher da sua classe social), reúne todo um conjunto de objetos e artefactos - o lápis com que ela estudava, a garrafa inacabada de refrigerante, os bilhetes das centenas de sessões de cinema, postais das ruas que ela percorria, enfim...
Estou cansada de ler, queria que o homem desistisse ou partisse para outra.
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