O L. tem comportamentos que fogem à norma, não aceita um não como resposta, é incapaz de estar sentado numa sala, se contrariado entra num ciclo de violência, aparentemente não sabe usar garfo e faca e só faz o que quer. Para não perturbar muito e não correr toda a gente ao pontapé, quando quer sai da sua sala de aulas e vai percorrendo a escola, entrando e saindo de salas.
Numa escola onde não há recursos para ser de outra maneira, deixá-lo andar à vontade, desde que não faça muita merda, é o que se pode chamar de "do no harm" se a escola fosse um hospital e os professores fossem médicos. Não conseguimos chegar-lhe, mas pelo menos tentamos não fazer pior.
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