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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

revisão da matéria dada

1. nada de doenças


2. uma casa montada (que é do BPI, mas ele deixa-nos cá morar enquanto lhe pagarmos a renda)


3. dois carros (um deles é da CGD mas podemos andar nele enquanto pagarmos)


4. M. tem trabalho e recebe sempre no fim do mês, salário que, até ver, dá para o essencial


5. está sol e calor


6. a gr. está a dormir, o que me permite estar aqui (quando devia estar a limpar a casa montada, que é do BPI)


7. tenho tido tempo para fazer um cadinho de exercício. Ontem fui correr. UH! UH!


8. sex life glowing


9. a chegar à meia-idade com corpinho de adolescente (mais ou menos)


10. vem aí a época das castanhas


 


 De momento não me ocorre mais nada, mas preciso deste tipo de exercício para me manter à tona e lembrar que um emprego e respectivo salário  não é tudo na vida.


Hasta


 

pqp

Estou farta deste país, à beira mar plantado, cheio de fdps e gente de merda.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

a(c)tualizações das actualizações

Ainda ontem, de repente: um, doooooooiiiiissssshhh, tês!


Assim mesmo, um um normal, um dois prolongado e um três tão rápido que mal se dá por ele.


Hoje, ao subir as escadas para casa, veio a contar degraus.


 


 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

a(c)tualizações

A Gr., sempre que nos dá alguma coisa para a mão, diz qualquer coisa parecido com "pama", que nós interpretamos como "toma".


Já percebe quando queremos alguma coisa e se conhece o objecto pega nele e diz "pama".


Quando começamos a contar uuuum, ela diz doooooiiiiiisssssss, mas não passa daí.


Numa destas noites, tivemos de a passar para a nossa cama para podermos dormir um bocadinho. Entre pontapés e empurrões, estávamos a tentar endireitá-la e ela "ladrou" a dormir. Devia estar a sonhar com cães.


 


A Mr. está a deixar o biberon da noite, mas a fralda mantém-se. Culpa nossa, que, ou não nos levantamos para a levar à casa de banho, ou falhamos no momento, geralmente quando lá chegamos já ela fez na fralda e não faz mais nada. Ou seja, se acertarmos no timing, a rapariga pode dispensar a fralda.


 


Começamos mais um ano le(c)tivo, eu estou sem trabalho e o M. com menos horas. Avizinham-se tempos difíceis. A Gr. mantém-se comigo em casa e a Mr. no mesmo infantário.


 


As féria já lá vão, mas o tempo quente (cerca de 27 graus) não nos deixa esquecer a praia e os dias de dolce fare niente.


Estou para aqui a escrever para ver se entretanto a sopa acaba de cozer.


 


 


 


 

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Mr. e Gr.

Mr. aconselha Gr. que está constipada e cheia de expetoração:


"gomita, gomita e gospe que isso passa já!"


 


 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

pós listas de contratação

Escrevo no rescaldo da saída das listas de contratação, enquanto faço um ragu de soja, ao som de Eddie Vedder e do seu ukelele.


Estou tão, mas tão down on the dumps, que adivinho TPM. 


O gajo está revoltado porque na escola onde está há 6 anos estão a fazer cortes em tudo, mas tem 24 horas lectivas e sabe que para o ano está lá outra vez porque já está nos quadros.


Está revoltado porque os cortes servem para o patronato continuar a encher os bolsos à custa do sacrifício dos professores. Nada de novo, apenas a reprodução do que se passa nos corredores de poderes maiores.


Está revoltado porque nenhum dos colegas se manifesta, com medo de represálias e de perder o emprego. 


Eu estou revoltada porque de há uns anos para cá, quando deixei a RD, nunca sei que vai ser da minha vida: tenho ou não tenho trabalho? com contrato e direitos todos? a recibos verdes, pagos tarde e mal, sem direito a subsídios e com direito a pagar 200 euros mensais para a SS?


Nunca sei, por isso revolta-me um bocado a revolta tão revoltada do gajo, que tem trabalho e para já o que recebe dá para pagar as contas, embora o compreenda, estou revoltada porque não devia estar revoltada com ele, que tem todo o direito a sentir a revolta que sente.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

férias mas pouco

Estamos de férias. Estou cansada. As gajas não param quietas, o gajo ainda não me deu uma folga, critica tudo o que faço e deixo de fazer, durmo mal e acordo cedo... estou cansada.


Poer aqui, a quantidade de gente cresceu e a praia está cheia de gente como no algarve, com a desvantagem de não ter água quente para ir  a banhos. É claro que para a Mr. está sempre boa. A Gr. enche-se de areia a tal ponto de ter dentro dos ouvidos um areal inteiro e eu nem chego a tirar a roupa que visto. Tirar os olhos da gaja um segundo é perdê-la de vista. Acho que já disse, mas repito: estou cansada!


 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Preciso

Preciso de sossego.


Preciso de silêncio.


Preciso de calma.


Preciso de estar comigo sozinha.


Preciso de estar com amigos sem ter de correr atrás de uma miuda prestes a aterrar de cabeça.


Preciso de tomar café e ler o jornal sem ter de levar miudas ao wc.


Preciso de fazer refeições sem ter de me levantar mil e setecentas e cinquenta e sete vezes para fazer qualquer coisa.


Preciso de estar sentada.


Preciso de boa educação.


Preciso de descobrir se quero que Ele ainda faça parte da minha vida.


Preciso de me perdoar.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Gr.e Mr.

Aos 17 meses, a Gr. fala bebês correctamente,  come tudo muito bem, é uma trepadora nata que já tem marcas de quedas daquelas que ficam para a vida toda, é bem disposta, muito carinhosa, demasiado pegada à mãe (diferente da Mr.).


 


Já diz:


pachiá (passear)


Peixe


Já tá (já está)


adeus


olá


veti (vestir)


gatchinho ou bichinho


baba (água)


mãe 


pai


Maia


papa


 


ontem, dia 4 de agosto, na viagem de Belmonte para o norte, começou a cantar o atirei o pau ao gato. Descobrimos porque acerta mais ou menos nas notas e no final diz: au prolongadamente.


Desatámos a rir e começámos todos a cantar.


 


A Mr. tem ciumes mas controla-os bem, felizmente.


 


Já noto os tão falados atritos entre mãe e filha. Se for o pai a pedir, a gaja faz tudo sem birras, se sou eu há discussão e amuos, castigos e o diabo a sete. O gajo diz que sou eu que não sei lidar com ela, mas creio que não é apenas isso, há ali uma vontade de contrariar, de desafiar.... 


 


Está a passar pela fase da princesite aguda: só quer vestidos e sapatos amaricados, as princesas não usam calças e não calçam sapatilhas. Estou tramada, eu que sou o menos princesa possível e que abomino "vaidosices" em crianças (colares, brincos, pulseiras, unhas pintadas e merdas do género).


 


Brevemente partimos para a praia e prevejo dias de um cansaço de morte. Aguardemos.


 


 


 


 


 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

desespero

nesta altura do ano.... para não variar....


 


vejo a minha vida a andar para trás!


 


Pela positiva: depois destas férias, vou precisar de férias!

um quarto

 1/4 hoje 1/4 depois e depois assim entra o antidepressivo no meu sangue o comprimido é tão pequeno que o ato de o reduzir a quartos é no mí...